Centro brasileiro fecha acordo com maior produtor de nióbio do mundo

Aplicação do metal será objeto de estudo e pode ampliar o mercado de produtos com maior valor agregado
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Vista geral do laboratório do CNPEM em operação desde 1997
Vista geral do laboratório do CNPEM em operação desde 1997 | Foto: Divulgação/CNPEM

O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), que abriga o superlaboratório Sirius, em Campinas, no interior de São Paulo, fechou acordo para pesquisa e desenvolvimento de materiais supercondutores com a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), empresa brasileira que é a maior produtora de nióbio do mundo.

Além de aplicação no próprio acelerador de partículas brasileiro, a liga de nióbio-titânio que será objeto dos trabalhos poderá ser utilizada em aplicações variadas, incluindo áreas médica, elétrica e eletrônica, entre outros.

Na sexta-feira 8, o presidente Jair Bolsonaro participou da 1ª Feira de Nióbio e inaugurou estruturas do Sirius, ocasião em que o acordo entre CNPEM e CBMM foi efetivado.

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Atualmente o Brasil é o maior produtor de nióbio do mundo, sendo que 80% desse mercado é atendido pela CBMM.

O metal é usado principalmente na produção de aços especiais e superligas, sendo empregado atualmente em automóveis, turbinas de avião, gasodutos, navios, aparelhos de ressonância magnética, aceleradores de partículas, lentes e até piercings e bijuterias.

A CBMM vê na parceria a possibilidade de ampliar a demanda mundial por nióbio, criando oferta de produtos com maior valor agregado.

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