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O que está acontecendo com a Netflix?

O gigante do streaming se aproxima de um dos momentos mais importantes em seus 25 anos de história

netflix

A Netflix está passando por um momento delicado, segundo investidores de Wall Street. Todos estão à espera dos resultados financeiros do segundo trimestre, que será divulgado pela empresa na terça-feira 19. Esse é considerado um dos momentos mais importantes nos 25 anos de história do gigante do streaming.

O ano não tem sido nada bom para a Netflix. Em abril, a empresa informou que havia perdido assinantes no primeiro trimestre do ano — foi a primeira vez que isso aconteceu em mais de uma década. A perspectiva pessimista para o segundo trimestre (perda de outros 2 milhões de assinantes) também deixou os investidores preocupados.

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As ações da companhia na Bolsa de Valores dos Estados Unidos desvalorizaram 70% desde o começo do ano, perdendo bilhões de dólares em valor de mercado. Além disso, empresa demitiu centenas de funcionários.

“Aconteça o que acontecer na terça-feira, pode reformular o futuro da empresa e de todo o setor de streaming”, informou a reportagem da CNN international publicada nesta segunda-feira, 18.

“A Netflix está depositando suas esperanças em um potencial salvador: a publicidade”, disse Andrew Hare, vice-presidente de pesquisa da Magid — uma empresa de estratégia de negócios.

Na semana passada, a companhia anunciou que fará parceria com a Microsoft em um novo plano de assinatura para anúncios mais baratos.

Apesar de o CEO da Netflix, Reed Hastings, ser contrário à ideia há anos, a publicidade, agora, é uma parte importante dos planos da empresa para aumentar a receita daqui para a frente.

Apesar do momento turbulento, a Netflix ainda é líder do mercado de streaming, com 221 milhões de assinantes em todo o mundo.

“Os investidores lhes darão tempo para acertar o navio, mas eles precisam ouvir planos mais sólidos sobre o caminho para o crescimento imediato”, disse Hare. “Trata-se de comunicar como eles estão evoluindo os negócios para garantir que continuem ganhando no streaming. Ninguém tem estômago para um negócio que perde milhões de assinantes a cada trimestre.”

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9 comentários
  1. Claudio Haddad
    Claudio Haddad

    ENQUANTO O POVO ESTAVA REFUGIADO DENTRO DE CASA, A NETFLIX FUNCIONOU COMO PALIATIVO….

  2. Beeckow
    Beeckow

    Quem lacra não lucra. Não verão UM SÓ CENTAVO meu nunca mais!!!

  3. Andre Luiz Rodrigues
    Andre Luiz Rodrigues

    Que quebre também! Alguns anos atrás fiz a assinatura e, já no terceiro filme, que tinha uma baita forçação de barra quanto a essa boiolagem de pretos, cancelei e nunca mais!

    1. Marcelo DANTON Silva
      Marcelo DANTON Silva

      Concordo!
      Porque não criam seus próprios livros/literaturas com personagens negros.
      NÂO!! querem fazer “apropriação cultural” dos brancos né…ai pode…ai é lindo.
      Então querem nos empurrar “guela abaixo”, homem aranha, branca de neve, mulher gato, ciderela, LORDS/DUQUE da coroa britânica em 1700 (essa foi a gota d’água pra mim) etc etc..negras/negros.
      GENTE! Criem seus próprios personagens e mercado. A cultura agradece mais gente criando…parem de mimimis.
      CRIEM e PROGRIDAM!

  4. Roberto Fakir
    Roberto Fakir

    A Disney perdeu milhões de expectadores e bilhões de US$. NO Brasil o Magalu e a Natura perderam bilhões na bolsa. A Globo está quebrando. A CNN internacional está com problemas sérios. O NYT está definhando na notícia, mas ainda tem patrocínio de Soros e Gates. O mundo realmente quer lacrar, mas lucrar.

  5. Valton Sergio von Tempski-Silka
    Valton Sergio von Tempski-Silka

    A NETFLIX oferece produtos de boa qualidade? Resposta: algumas séries (pouquíssimas), é verdade, mas filmes, deixa muito à desejar, aliás, deixa tudo a desejar, porque filmes “independentes”, a maioria feitos em “fundo de quintal” são intragáveis. O consumidor deseja depositar suas esperanças em filmes de boa qualidade, isso sim é que poderia salvar a NETFLIX; a “salvadora publicidade” da NETFLIX prenderá a atenção das crianças (que se tornarão presas da “captação” publicitária) e aos adultos restará a “independência” de recorrer ao YouTube. Bundões (sorry)!

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