publicidade
Tecnologia

Robôs escultores

Mas as obras ainda são planejadas por humanos    

O técnico da empresa Robotor Michele Basaldella declarou: 'Não precisamos de outro Michelangelo. Nós já temos um' | Foto: Divulgação/Robotor

Grandes escultores, como Michelangelo, criaram suas obras-primas usando martelos e formões no célebre mármore de Carrara, na região italiana de Toscana. Agora eles foram substituídos por robôs com nomes como ABB2 e Quantek2.

As obras são planejadas por escultores humanos, mas os robôs fazem o trabalho braçal, usando um “dedo” de diamante para cortar o mármore em detalhes precisos. Em entrevista para o New York Times, o técnico da empresa Robotor Michele Basaldella declarou: “Não precisamos de outro Michelangelo. Nós já temos um”.

Receba nossas atualizações

“Empresário investe R$ 2 mi em empresa de fast food operada por robôs” 

Os autores das obras geralmente permanecem anônimos, para que se conserve o mito de que trabalharam manualmente nas peças. Mas as vantagens no uso de robôs são evidentes. No processo tradicional, uma peça pode demorar anos até ficar pronta. Além disso, o pó de mármore danifica gravemente os pulmões do artista.

Para se ter uma ideia de quanto o robô economiza em tempo, um deles está reproduzindo a escultura Psique Renascida por um Beijo de Cupido. O autor original passou cinco anos na obra. O robô a reproduz em 270 horas de trabalho.

Leia mais sobre:

1 comentário
Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.