A H2L Technologies, startup japonesa apoiada pela Sony, desenvolveu uma pulseira capaz de provocar dor no metaverso. O acessório emite choques elétricos de baixa intensidade. A CEO da empresa, Emi Tamaki, afirma que a experiência vai ser uma maneira de aproximar o virtual da realidade humana.
O equipamento tem uma braçadeira para detectar a flexão dos músculos humanos, permitindo que o avatar do usuário no metaverso copie os movimentos do corpo e as pessoas sintam o peso de objetos. A tecnologia usa estimulação elétrica para manipular os músculos do braço e imitar sensações.
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Pesquisadora na área da tecnologia háptica (relativo ao tato), Emi Tamaki diz que “sentir dor permite transformar o metaverso em um mundo real, com maiores sentimentos de presença e imersão”.
O que é o Metaverso
É um mundo virtual que tenta replicar a realidade por meio de dispositivos digitais. Trata-se de um espaço coletivo e virtual compartilhado, constituído pela soma de realidade virtual, realidade aumentada e internet.
A ideia é que o metaverso seja uma espécie de internet 3-D, em que a comunicação, a diversão e os negócios existirão de forma imersiva.
Em outras palavras: haverá senso de presença individual e com continuidade do mundo físico, como identidade, história, direitos, objetos, comunicações e pagamentos.
Leia mais: “Metaverso: muito além do Facebook”, reportagem de Cristyan Costa publicada na edição 94 da Revista Oeste
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