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Agronegócio

Ipea: Balança comercial do agronegócio chega a US$ 10 bilhões

Café, grãos, carnes e açúcar foram os produtos com maior destaque em julho

Senado
Café brasileiro atingiu recorde de exportação no primeiro semestre | Foto: Canva

A balança comercial do agronegócio fechou julho com resultado positivo de US$ 10 bilhões. No mês, os produtos com maior destaque nas exportações, além da soja, foram os grãos, as carnes, o açúcar e o café. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira, 12, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Leia mais: “Receita das exportações do agro cresce quase 16% em julho”

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Ao longo do primeiro semestre, o café, açúcar, algodão e a carne suína, bateram recorde no volume exportado. Outros produtos, como as carnes suína e de frango, têm apresentado crescimento nas exportações em virtude de problemas sanitários nos países de destino.

Leia também: “Exportações de algodão atingem recorde em ano comercial”

No caso do frango, houve também uma variação dos países importadores. Já os produtores de suínos continuaram se beneficiando da redução do rebanho de porcos na China e da necessidade do país de importar proteína animal. O mercado de carne suína também tem sido favorecido pelo aumento da demanda de carne bovina. Isso, porque nossos vizinhos — Argentina e Uruguai — priorizaram as exportações deste produto e compensaram a demanda doméstica por proteína animal com carne suína brasileira.

2 comentários
  1. João Mário
    João Mário

    Dilema, porém quero ver algum trabalhador se encontrar alguém que paga bem mais pela sua mão de obra se ele não muda de patrão! Só olhar os jogadores como exemplo. Assim, é o mercado.
    Porém, são todos os trabalhadores que pagam quando há perda na agricultura.
    O governo federal devia prever estoques de regulamentação de preços.
    Também restaurantes federais a um custo mínimo. Muita gente passando fome no país maior produtor e exportador de alimentos do mundo

  2. JR
    JR

    Muitos itens bastante presentes na mesa dos brasileiros: a batata está, hoje, 48% mais cara que antes da pandemia, o feijão preto subiu 52% e, no topo da lista, o arroz subiu 70% e o óleo de soja, quase 90%. Os legumes subiram, em média, 32%, as hortaliças e verduras (como brócolis e alface) avançaram 23% e as frutas estão 27% mais caras. Parabéns ao Agronegócio que cresce às custas da população que come salsicha e macarrão instantâneo. Os chamados pelo artigo de ‘DESTAQUES NAS EXPORTAÇÕES” também são destaques das altas de preços nos supermercados. Que bom. Estou orgulhoso da Oeste e do Agronegócio.

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