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Aeromóvel do Aeroporto de Guarulhos começa a operar em 31 de agosto

Transporte sobre trilhos vai conectar estação da CPTM aos três terminais do GRU Airport; trajeto deve durar 6 minutos

Guindaste remove carro da composição do aeromóvel que vai conectar estações da CPTM ao Aeroporto de Guarulhos | Foto: Reprodução/Redes sociais
Guindaste remove carro da composição do aeromóvel que vai conectar estações da CPTM ao Aeroporto de Guarulhos | Foto: Reprodução/Redes sociais

O sistema aeromóvel que vai ligar a estação da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) aos terminais do Aeroporto Internacional de Guarulhos deve começar a operar no dia 31 de agosto. A previsão é da concessionária GRU Airport à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Ainda não se sabe, contudo, se a operação vai funcionar em tempo integral (4h à meia-noite, a exemplo da linha de trem) ou em horário reduzido. A cerimônia de inauguração deve ocorrer em setembro. A data exata, no entanto, depende principalmente de ajustes entre a concessionária e o Ministério de Portos e Aeroportos.

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Aeromóvel: atrasos e testes com sucesso

A entrega do “people mover”, que é o nome do sistema automatizado sobre trilhos, registra um histórico de atrasos. Inicialmente, a operação começaria no primeiro semestre de 2024. Depois mudou para o segundo semestre do mesmo ano.

As três composições começaram a circular em fase de testes no início de 2025. Assim, houve manobras experimentais nos fins de semana e com cargas para simulação. Desde a semana passada, dois trens operam simultaneamente sem apresentar falhas, o que permitiu sobretudo definir a data de estreia do serviço.

Trajeto em seis minutos

O sistema consiste em uma via elevada de 2,7 km de extensão e quatro estações. Uma delas integra-se à Linha 13-Jade da CPTM e três nos terminais do Aeroporto. Quando estiver em pleno funcionamento operacional, o trajeto entre o trem metropolitano e os terminais será feito, estimam os técnicos, em aproximadamente seis minutos.

Leia também: “A agonia do Banco do Brasil”, reportagem publicada na Edição 279 da Revista Oeste

Segundo a empresa Aerom, responsável pela tecnologia, a certificação que legitima a operação do sistema equivale à de metrôs internacionais ou usinas nucleares.

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