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Antes da sua reconstrução, ponte que desabou na divisa entre TO e MA será demolida

Estrutura caiu em 22 de dezembro; até o momento, há 14 mortes confirmadas pela Marinha

Mergulhadores realizam buscas para encontrar as vítimas do desabamento da ponte no Tocantins | Foto: Divulgação/EBC
Mergulhadores realizam buscas para encontrar as vítimas do desabamento da ponte no Tocantins | Foto: Divulgação/EBC

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) informou que irá implodir as estruturas remanescentes da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira. A passagem conectava Aguiarnópolis, no Tocantins, a Estreito, no Maranhão, mas desabou em 22 de dezembro. A demolição ocorre por implosão controlada para garantir segurança.

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A assinatura da ordem de serviço ocorreu na última sexta-feira, 3, junto ao contrato para a construção de uma nova ponte no local. Enquanto isso, a prioridade é continuar as buscas e resgates das vítimas do desabamento. A Marinha já confirmou 14 mortes e segue com as buscas. Uma equipe de mergulhadores atua na área.

Operação de busca e resgate continua na região próxima à ponte

Até o momento, seis mortes foram confirmadas em razão do desabamento da ponte que liga o Maranhão ao Tocantins | Foto: Reprodução/Redes sociais
Até o momento, foram 14 mortes decorrentes do desabamento da ponte que liga o Maranhão ao Tocantins | Foto: Reprodução/Redes sociais

Houve uma suspensão temporária da operação de busca e resgate das vítimas para a abertura das comportas da usina do Consórcio Estreito Energia. Contudo, as buscas com embarcações e drones seguem sem interrupção. O Dnit e outras entidades públicas e privadas estão planejando a retirada dos veículos localizados sob os escombros.

+ Queda de ponte: Marinha interrompe busca subaquática pelas vítimas de desabamento no Rio Tocantins

Em 31 de dezembro, o Ministério dos Transportes oficializou a contratação de um consórcio para a reconstrução da passagem entre Tocantins e Mato Grosso. O custo da obra é de R$ 171,9 milhões, com previsão de conclusão em dezembro de 2025. O consórcio é formado pelas empresas A. Gaspar S/A e Arteleste Construções Limitada.

Provisoriamente, a travessia entre Tocantins e Maranhão está sendo feita por balsas, para garantir a continuidade do tráfego e minimizar os impactos para a população local.

Leia também: “Emendas ignoram manutenção de ponte que desabou, mas destinam R$ 35,6 mi a shows e luzes LED”

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1 comentário
  1. CARLOS GUEDES
    CARLOS GUEDES

    E os salafrários encarregados da inspeção e conservação da ponte? Já receberam indenização do governo por sua total incompetência e irresponsabilidade? Vamos esperar até que ponham a culpa em Bolsonaro, se é que ainda não o fizeram.

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