Bolsonaro: ‘Jamais seremos motivadores de qualquer ruptura’

Presidente fez discurso a integrantes das Forças Armadas, ao acompanhar exercício militar coordenado pela Marinha
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O presidente Jair Bolsonaro discursa para militares em Formosa (GO)
O presidente Jair Bolsonaro discursa para militares em Formosa (GO) | Foto: Reprodução/Redes Sociais

Em pronunciamento feito a integrantes das Forças Armadas na segunda-feira 16, ao acompanhar um exercício militar coordenado pela Marinha na Operação Formosa, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que jamais defenderá qualquer ruptura institucional.

O discurso foi publicado nas redes sociais de Bolsonaro na manhã desta terça-feira, 17.

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“Não existe um compromisso maior entre nós do que servir a pátria, buscar normalidade, tranquilidade e ponderação. Jamais seremos os motivadores de qualquer ruptura ou de medida que traga intranquilidade ao povo brasileiro”, disse o presidente aos militares. “Esse preparo dos senhores nos orgulha. As Forças Armadas são de todos nós. Elas garantem, dão suporte aos Três Poderes. Qualquer movimento nosso visa única e exclusivamente à defesa da pátria.”

Leia mais: “Com desfile de blindados, Marinha entrega a Bolsonaro convite para exercício militar”

Em outro trecho do vídeo, Bolsonaro afirma que o Brasil precisa de tranquilidade e harmonia entre os Poderes e que “todos, sem exceção, respeitem a Constituição”.

A Operação Formosa é realizada anualmente desde 1988. Trata-se do maior treinamento militar da Marinha na região do Planalto Central. De acordo com a corporação, neste ano Exército e Força Aérea participaram pela primeira vez do exercício militar, que tem como objetivo preparar o corpo de fuzileiros navais.

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9 comentários

  1. O governador comunista do Maranhão faz ameaças de usar a sua gloriosa força policial de seu estado contra o governo federal, caso o Bolsonaro ouse interferir no STF/TSE. Torço para que isso aconteça só para ver se a tal força policial do estado vai obedecer a esse lunático e ver também se não está falando merda pelo traseiro gordo dele.

    1. Enquanto BOLSONARO defende as LIBERDADES INDIVIDUAIS e eleições mais TRANSPARENTES conforme determina a nossa Constituição, o candidato da FICHA LIMPADA pelo STF passeia de jatinho particular pelo Nordeste.

  2. Depois de muitos anos no esquecimento e de assistir ao canal Hipócritas, resolvi ressuscitar um drink antigo, o popular Cuba Libre que tomarei até gastar a garrafa de rum guatemalteco a R$ 380,00 a garrafa.

  3. Se quisermos resolver os problemas de vez, então devemos, conjunta ou alternativamente:

    1) Lutar pela realização de um plebiscito (candidaturas independentes, voto impresso e restringir os poderes do STF) – youtu.be/uC8IraYgCCA

    2) Acabar com a “Ditadura do Supremo” – youtu.be/NBTewR2z_30

    3) Ou, pelo menos, aprovar, via lei ordinária, uma Alternativa ao Voto Impresso (votação paralela em 2% das urnas sem que elas “saibam” que estão sendo testadas) – youtu.be/ebVV0EldkOY

    1. Puxa vida, pessoal. Acabamos de descobrir que temos um mágico no pedaço. O cara tem a solução para o problema. Será que o Presidente ainda não descobriu o Cubas?

  4. Ainda não entendi como é que a Revista Oeste permite que alguns assinantes se identifiquem por pseudônimos. O tal Beeckow deve ser um desses infiltrados pagos pela Crusoé pra vir aqui defecar pelos dedos. Tá no lugar errado, figura. Aqui é lugar de democrata e patriota. Vaza!

  5. Eu acho que a postura do Presidente está correta. Ele é, hoje, um exemplo para a minoria de autoridades, dos três poderes, que ainda respeita a Constituição Federal e o Estado Democrático de Direito. Suportou todo tipo de afrontas, ofensas e denúncias sem fundamento, em nome da estabilidade institucional do país. Mas também é seu dever agir diante dos graves acontecimentos recentes que demonstram que outras altas autoridades já não se subordinam às prescrições constitucionais e de outros textos legais. Já está claro que houve uma ruptura e a instauração de um Regime de Exceção. Isso precisa ser resolvido o quanto antes, e só quem tem poder institucional para fazê-lo, pacificamente ou não, é o chefe do Poder Executivo, que se preservou do delírio autoritário que tomou conta do país. Se o chefe do Executivo não restaurar a soberania da Constituição, a qualquer momento surgirá alguém para arrebatar o poder de forma exclusiva, antirrepublicana e antidemocrática. O país está em risco.

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