Brasil tem mais de 3 mil casos confirmados de varíola dos macacos

A transmissão comunitária da doença já foi registrada em nove Estados
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Amazonas, Rio Grande do Norte, Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina, Goiás, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul já confirmaram transmissão comunitária
Amazonas, Rio Grande do Norte, Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina, Goiás, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul já confirmaram transmissão comunitária | Foto: Reprodução: Irina Starikova/Shutterstock

O Brasil tem 3,1 mil casos confirmados de varíola dos macacos registrados em todos os Estados e no Distrito Federal, de acordo com dados do Ministério da Saúde divulgados na terça-feira 16. A transmissão comunitária — entre pessoas da própria localidade, sem que tenham tido contato com pessoas vindas do exterior — já foi confirmada em nove Estados.

Até agora, foram realizados cerca de 8,8 mil exames nos oito laboratórios de referência localizados em São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Amazonas, Pará e dois no Rio de Janeiro. O número de exames diários varia de acordo com as notificações e a chegada das amostras aos laboratórios.

Segundo o Ministério da Saúde, todos os laboratórios centrais de saúde pública do país estarão aptos a fazer o teste do tipo RT-PCR para varíola dos macacos até o fim deste mês.

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Levantamento feito pelo site Metrópoles a partir de informações de todas as Secretarias Estaduais de Saúde revela que a transmissão comunitária foi confirmada, de maneira generalizada, em todo o território das seguintes unidades federativas: Amazonas, Rio Grande do Norte, Distrito Federal, São Paulo e Santa Catarina. Já em Goiás, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul a transmissão comunitária foi identificada apenas em uma localidade, como a capital ou em outro município (no caso de Goiás).

Bahia e Espírito Santo investigam a situação epidemiológica dos Estados para avaliar se há transmissão comunitária. E sete Estados informaram não ter registros do fenômeno: Alagoas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins.

A doença foi declarada emergência global pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e, no Brasil, um comitê foi criado para acompanhar a situação.

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