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Chuvas causam danos no Rio Grande do Sul; Pelotas suspende aulas

O Estado enfrenta mais um desafio climático, mesmo enquanto ainda se recupera das enchentes de maio

Desde o alerta inicial emitido pela Defesa Civil, no domingo 22, várias medidas preventivas têm sido tomadas | Foto: Reprodução/Agência Brasil
Desde o alerta inicial emitido pela Defesa Civil, no domingo 22, várias medidas preventivas têm sido tomadas | Foto: Reprodução/Agência Brasil

Fortes chuvas e ventos intensos têm causado estragos nas cidades do sul do Rio Grande do Sul desde o início da semana.

Nesta terça-feira, 24, a Defesa Civil informou que 13 municípios estão sofrendo com problemas como queda de postes e árvores, alagamentos localizados e destelhamento de casas, principalmente nas zonas rurais.

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As cidades mais atingidas incluem Bagé, Caçapava do Sul, Camaquã, Candiota, Canguçu, Cristal, Jaguarão, Pelotas, Pinheiro Machado, Piratini, São José do Norte, Tramandaí e Turuçu.

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O Rio Grande do Sul enfrenta mais um desafio climático, mesmo enquanto ainda se recupera das enchentes históricas de maio.

Em Bagé, ventos de até 101 km/h, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), desalojaram 26 pessoas.

Os municípios de Camaquã registraram 68,8 mm de chuva. Rio Grande teve 68,2 mm. Capão do Leão registrou 63,6 mm. Esses locais apresentaram os maiores volumes de água.

Frente fria traz chuva ao Sul
Desde o alerta inicial emitido pela Defesa Civil, no domingo 22, várias medidas preventivas têm sido tomadas | Foto: Antonio Machado/Fotoarena/Estadão Conteúdo

Defesa Civil emite alerta sobre chuvas fortes

A Defesa Civil também emitiu um alerta sobre a possibilidade de novos temporais nesta quarta-feira, 25, com previsão de até 140 mm de precipitação na região.

Leia mais:

A frente fria que avança do Uruguai deverá intensificar o risco de temporais e ventos fortes ao longo da noite.

O alerta climático continua até quinta-feira 26, com chuvas prolongadas, elevando o risco de transbordamento de rios e possíveis inundações nas áreas de bacias hidrográficas.

Desde o alerta inicial emitido pela Defesa Civil, no domingo 22, várias medidas preventivas têm sido tomadas.

A cidade de Pelotas, com mais de 300 mil habitantes, suspendeu as aulas da rede municipal já na segunda-feira 23. Além disso, as autoridades fecharam temporariamente sete Unidades Básicas de Saúde, e várias estradas na zona rural ficaram intransitáveis, incluindo a interdição da Ponte do Totó.

Leia também: “120 dias de tragédia”, reportagem de Tauany Cattan publicada na Edição 235 da Revista Oeste

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