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Imagens da Nasa revelam dimensões do ciclone no Sul

Fotografias de satélite mostram a espiral de nuvens e ajudam a reduzir impactos nas cidades

Imagens capturas por satélites na órbita da Terra mostram a formação do ciclone que afetou o Sul do Brasil | Foto: Divulgação/Nasa
Imagens capturas por satélites na órbita da Terra mostram a formação de nuvens que afetou o Sul do Brasil | Foto: Divulgação/Nasa

O ciclone que atingiu o Sul do Brasil aparece em imagens nítidas registradas por satélites da Nasa. Essas imagens exibem a vasta espiral de nuvens que cobre boa parte da região. Além disso, mostram a posição do centro do sistema sobre o Rio Grande do Sul.

Meteorologistas avaliaram a extensão e a intensidade do evento com mais precisão. Assim, equipes de defesa civil usaram os registros para priorizar ações. Dessa forma, as imagens facilitaram decisões sobre evacuação e patrulhamento.

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Ciclone: satélites e impacto local

A observação por satélite confirmou ventos fortes e bandas de chuva que se estenderam por centenas de quilômetros. Desse modo, cidades costeiras e áreas metropolitanas registraram quedas de árvores e, em consequência disso, interrupção no fornecimento de energia. Em seguida, equipes de limpeza iniciaram trabalho nos locais mais afetados.

Os dados que a Nasa e os centros meteorológicos também compartilharam ajudaram a estimar rajadas de até 120 km/h em pontos isolados. Além disso, imagens anteriores da agência serviram de comparação para medir anomalias. Portanto, especialistas alertam para o risco de novos temporais.

Leia também: “A miragem democrática”, artigo de Roberto Motta publicado na Edição 299 da Revista Oeste

Primeiro, os registros permitiram identificar áreas de maior concentração de nuvens convectivas. Depois, coordenadores locais priorizaram rotas para socorro. Em seguida, concessionárias mapearam trechos mais susceptíveis a falhas no fornecimento de energia.

Finalmente, autoridades recomendaram que moradores mantenham distanciamento de áreas alagadas e reforcem a ancoragem de estruturas frágeis. Além disso, pediram atenção a novos boletins meteorológicos nas próximas 48 horas. Em resumo, as imagens da Nasa explicaram com clareza a escala do ciclone e aceleraram a resposta das autoridades. 

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