Bolsonaro nega estoque de cloroquina no Brasil

Presidente rechaça a informação de que o governo federal tem guardado 4 milhões de comprimidos do medicamento
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Foto: FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL
Foto: FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL | hidroxicloroquina - cloroquina - bolsonaro - estoque

Presidente rechaça a informação de que o governo federal tem guardados 4 milhões de comprimidos do medicamento

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Além de se dizer uma prova viva da eficácia da hidroxicloroquina, Jair Bolsonaro pôs o medicamento em pauta durante outro trecho de sua live transmitida ontem, 6. Ao lado do ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, o presidente da República negou que o governo federal mantenha em estoque 4 milhões de comprimidos do remédio.

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Pelo contrário. De acordo com o presidente, o país tem “pouca cloroquina”. Sem citar o jornal Folha de S.Paulo, veículo de comunicação que garantiu no último mês que o governo tinha “estoque parado”, ele informou que há acordo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o Brasil receber 1 milhão de comprimidos de cloroquina e hidroxicloroquina.

O mandatário brasileiro enfatizou, entretanto, que os medicamentos ainda não chegaram. Ao interagir com a equipe de Os Pingos nos Is, programa da Jovem Pan que tem Augusto Nunes e Guilherme Fiuza como comentaristas, Bolsonaro explicou que, a seu ver, mesmo 1 milhão de comprimidos é pouco para a demanda brasileira. Isso, levando em consideração o uso na fase inicial de tratamento contra a covid-19.

Protocolo

Como exemplo, Bolsonaro citou o protocolo de tratamento precoce da covid-19 prevê que o paciente tome 6 comprimidos de hidroxicloroquina: dois no primeiro dia de sintoma e mais um comprimido a cada dia pelos próximos quatro dias.  Assim, na hipótese de haver 1 milhão de doses de hidroxicloroquina, pouco mais de 166 mil pessoas receberiam o devido tratamento.

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1 comentário

  1. O povo de baixa instrução se torna refém muito fácil da mídia e dos políticos corruptos.
    A manutenção da baixa instrução e com um viés forte na doutrinação marxistas nas escolas, é um dos pilares da esquerda para se manter ativa.

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