Covid-19: ‘Brasil precisa de vacina e do tratamento precoce’, diz senador

Em entrevista ao Opinião no Ar, da RedeTV!, Luiz Carlos Heinze (PP-RS) defendeu a autonomia dos médicos
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O senador Luis Carlos Heize participou do <i>Opinião no Ar</i>, da RedeTV!, e defendeu o tratamento precoce contra a covid-19
O senador Luis Carlos Heize participou do Opinião no Ar, da RedeTV!, e defendeu o tratamento precoce contra a covid-19 | Foto: Reprodução/YouTube

Em entrevista ao programa Opinião no Ar, exibido pela RedeTV! nesta segunda-feira, 31, o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) defendeu o tratamento precoce contra a covid-19, em paralelo à vacinação que acontece em todo o país. Segundo o parlamentar, o debate na CPI da Covid no Senado sobre o tratamento precoce não pode ser interditado.

Silvio Navarro, editor-executivo de Oeste, e Rodrigo Constantino, colunista da revista, participaram da entrevista. O programa é apresentado por Luís Ernesto Lacombe e também conta com a participação da jornalista Amanda Klein.

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“O Brasil precisa da vacina, mas também precisa do tratamento precoce. Os dois pontos são importantes”, disse Heinze. “O debate sobre o tratamento precoce é muito importante com a doutora Nise [Yamaguchi] amanhã [na CPI] e com os outros médicos”, completou o senador.

“A Índia diminuiu o tratamento precoce porque ampliou a vacinação e viram que recrudesceu em uma província. Agora eles estão adotando o tratamento precoce e a vacinação. Acho que é o que precisamos fazer”, defendeu Heinze.

Relatório ‘tendencioso’

O senador do PP também falou sobre o trabalho do relator da CPI da Covid, Renan Calheiros (MDB-AL), na comissão que investiga ações do Executivo no combate à covid-19 no Brasil. Segundo Heinze, o relator adota uma postura claramente tendenciosa contra o governo.

“Se você ouvir a fala do relator, Renan Calheiros, no primeiro dia da CPI, eu já sei o relatório. É um relatório tendencioso”, criticou. “É um relatório fictício, fantasioso, querendo achar algo que não é real.”

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Heinze afirmou que não houve atraso do governo federal na finalização do contrato com empresas farmacêuticas. “Quem atrasou não foi o governo Bolsonaro, mas a própria documentação do [Instituto] Butantan em relação à Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]”, apontou, referindo-se à aprovação do uso emergencial da CoronaVac, vacina produzida pelo laboratório chinês Sinovac.

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