Covid-19: Ministério da Saúde recomenda dose de reforço para adolescentes

Aplicação deve ser feita em jovens entre 12 e 17 anos, preferencialmente com a vacina da Pfizer  
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A CoronaVac, vacina chinesa produzida em parceria com o Instituto Butantan, pode ser aplicada caso não haja estoque da vacina da Pfizer | Foto: Ilustração/Redes sociais
A CoronaVac, vacina chinesa produzida em parceria com o Instituto Butantan, pode ser aplicada caso não haja estoque da vacina da Pfizer | Foto: Ilustração/Redes sociais

O Ministério da Saúde estendeu na sexta-feira 27 a recomendação da dose de reforço contra a covid-19 para adolescentes entre 12 e 17 anos. De acordo com a pasta, a terceira dose deve ser aplicada quatro meses depois da segunda, preferencialmente com a vacina da Pfizer.

Em nota técnica, o Ministério da Saúde informa que no atual momento, “enfatiza-se a importância da vacinação completa uma vez que existe uma tendência à redução da efetividade das vacinas contra a Covid-19 com o passar do tempo, e por isso, deve-se utilizar os imunizantes disponíveis no país para garantir doses de reforço para todos os indivíduos elegíveis”.

A CoronaVac, vacina chinesa produzida em parceria com o Instituto Butantan, pode ser aplicada caso não haja estoque da vacina da Pfizer, declara a pasta.

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No caso de adolescentes imunossuprimidos — como transplantados ou pacientes oncológicos — as autoridades recomendam o uso somente a vacina da Pfizer. Jovens grávidas e puérperas (aquelas que tiveram filhos há poucas semanas) também devem buscar proteção com a vacina da Pfizer como prioridade e, alternativamente, com a Coronavac.

Vacina da Pfizer para crianças

Um estudo publicado pela Universidade Estadual de Nova Iorque informou que a vacina da Pfizer reduz apenas 12% dos casos de infecção pelo coronavírus em crianças de 5 a 11 anos. A pesquisa analisou os casos de covid-19 entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022 — período de surgimento da variante Ômicron.

A pesquisa sugere uma possível explicação para o resultado: a quantidade do produto injetado. Nos Estados Unidos, as crianças de 5 a 11 anos recebem duas doses de 10 microgramas da vacina da Pfizer — menos que os adolescentes, em que a dose é de 30 microgramas, a mesma aplicada em adultos.

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8 comentários Ver comentários

  1. Acredito que o mais correto seria que as pessoas fizessem exames Laboratoriais e após análise PELO MÉDICO Teriam a CERTEZA se podem ou não se vacinar.Pois muitas pessoas faleceram ou tiveram graves sequelas logo após a 2 dose , a maioria apenas mal estar e várias não vacinadas não foram afetadas pois se precaveram com medicamentos prescritos por médicos competentes .
    Vejam os estudos realizados nos EUA.

  2. Lamentável! Até agora ainda há responsáveis por esse assunto que insistem em prosseguir com essa pseudo-vacinação! Será que alguns desses responsáveis deixaram-se “vacinar”? A mídia esconde os fatos das pessoas sofrerem fim de suas vidas subitamente! Enfim, o funesto plano da redução populacional mundial parece estar em plena marcha!

  3. Primeiro: essa vacina foi feita para a primeira variante, logo, não funciona mais. Segundo: essa vacina é um experimento nunca antes utilizado na história, uma temeridade em jovens e gestantes. Terceiro: a pandemia acabou, esses surtos que estão ocorrendo têm sintomas mais leves do que os da gripe, não é mais uma questão de proteção à vida ( aliás, nunca foi). Quarto: As vacinas nunca evitaram o contágio.

  4. Forçado a comprar vacinas….agora com vacinas fugindo pelo ladrão, o MS vem com essa notícia??? sei não, viu? deviam tomar a turma do “Vachina Salva”…. e ainda a da Pfizer!!!!! Ninguém quer mais essa aberração…preferível corona, que não cheira e nem fede nem cura e livra

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