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Criminosos que assaltaram USP no Ano-Novo seguem foragidos

Grupo armado rendeu vigilantes e levou cobre e computadores da universidade

Assalto USP
Os assaltantes entraram por um dos acessos de veículos da universidade | Foto: Reprodução/Redes sociais

Os homens armados que invadiram o Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da Universidade de São Paulo (USP), no campus do Butantã, seguem foragidos. Os criminosos — eram ao menos quatro assaltantes — renderam dois vigilantes que estavam de plantão, obrigaram os funcionários a colaborar com o roubo e utilizaram uma van para retirar o material do local. Até agora, ninguém foi preso. A universidade informou que reforçou a segurança no campus após o incidente. 

Os assaltantes entraram por um dos acessos de veículos da universidade. Dois deles aguardaram do lado de fora até a chegada da van, que entrou no campus exatamente à meia-noite.

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Segundo o vice-diretor do IEE, Ildo Sauer, os criminosos roubaram oito bobinas de cobre, dois computadores e fios retirados das instalações do laboratório. O professor foi até o local às 2h30 da madrugada para acompanhar o trabalho da Polícia Militar e da guarda universitária.

De acordo com Sauer, os computadores armazenavam dados importantes: registros, informações de ensaios e, principalmente, softwares desenvolvidos por pesquisadores do instituto. Ele afirma que a instituição só poderá avaliar a extensão do prejuízo depois de uma análise técnica do conteúdo perdido.

“O IEE lamenta o assalto”, disse ao g1. “Há prejuízos materiais e intelectuais, pois foram roubados computadores, HDs contendo informações e programas computacionais desenvolvidos no IEE para operação do laboratório de ensaios e certificação de vestimentas e equipamentos de segurança EPI.”

Vice-diretor suspeita de espionagem prévia na USP

Sauer acredita que os criminosos planejaram o roubo. Segundo ele, os assaltantes usaram uma senha para abrir uma das portas do laboratório, o que levanta a suspeita de que o grupo teve acesso prévio a informações internas.

“Eles abriram uma porta do laboratório com uma senha, o que indica que deve ter havido uma espionagem anterior”, afirmou.

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As autoridades registraram a ocorrência no 93º Distrito Policial. A Polícia Científica esteve no campus na manhã desta quinta-feira, 1º de janeiro, para realizar a perícia.

O professor se mostrou confiante na resolução do caso. “Há uma esperança muito grande de que os criminosos sejam encontrados, presos, e os equipamentos, recuperados”.

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1 comentário
  1. Julio José Pinto Eira Velha
    Julio José Pinto Eira Velha

    Kkk, os iguais se entendem, só uma resalva, os prejuízos foram só materiais, pois num antro de esquerdistas, não pode haver prejuízo intelectual.

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