Doria cobra envio de vacinas da Pfizer para reduzir intervalo entre doses

Atualmente, no Brasil, segunda aplicação do imunizante acontece 12 semanas depois da primeira
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O governador de São Paulo, João Doria, quer antecipar o intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina da Pfizer
O governador de São Paulo, João Doria, quer antecipar o intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina da Pfizer | Foto: Reprodução/YouTube

Em entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira, 18, no Palácio dos Bandeirantes, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), voltou a cobrar do Ministério da Saúde o envio de mais doses da vacina da Pfizer contra a covid-19. Segundo o tucano, o Estado vai antecipar o intervalo entre a primeira e a segunda doses do imunizante.

“O governo do Estado de São Paulo aguarda o envio de novas doses de vacinas da Pfizer para diminuir o intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina”, disse Doria. “Vamos seguir a recomendação da redução do intervalo entre as doses da Pfizer. Aliás, como estabelece o próprio fabricante, que atesta a eficácia e segurança da vacina em um prazo bem inferior ao que vem sendo praticado no Brasil.”

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Atualmente, a segunda dose da vacina da Pfizer é aplicada 12 semanas depois da primeira. Este intervalo deve ser reduzido para um período entre 21 e 30 dias. Na bula do imunizante, está previsto um prazo de 21 dias entre as duas aplicações.

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CoronaVac

Na entrevista, Doria também anunciou que São Paulo deve receber nos próximos dias mais 4 mil litros de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) para a produção da vacina chinesa CoronaVac. Essa quantidade de insumos será suficiente para que mais 7 milhões de doses sejam produzidas.

“Até o fim de agosto, vamos concluir o contrato com a entrega de 100 milhões de doses da CoronaVac para o Ministério da Saúde”, afirmou o governador paulista. O prazo inicial para o cumprimento do acordo era o dia 30 de setembro. 

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4 comentários

  1. O governador decidiu que vai reduzir o tempo de intervalo das doses e o Ministério da Saúde tem que providenciar a entrega das vacinas. Ele quer se mostrar como o “salvador de vidas”, o bem intencionado, e fazer crer que o PR é o malvado, o negligente, o incompetente. Mas o pior é que foi o Supremo Tribunal Federal quem assegurou aos governadores o direito à condução das ações contra a pandemia, cabendo ao governo federal transferir as verbas públicas, comprar medicamentos e vacinas (alguns estados e municípios até que tentaram, mas não conseguiram).

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