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Brasil

Falta até helicóptero para o Brasil entrar numa guerra

Forças Armadas não têm armamentos que as potências militares possuem há mais de seis décadas

O país investe 50 vezes menos que os EUA em Defesa | Foto: Artur Piva/ChatGPT

No cenário militar global, o Brasil equivale a um revólver calibre 38 em meio a um imenso arsenal com armas como mísseis teleguiados. A situação fica exposta na comparação com as três grandes potências bélicas mundiais: Estados Unidos, Rússia e China.

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O governo federal investiu pouco mais de US$ 22 bilhões em armas e outros equipamentos de defesa ao longo de 2023, de acordo com os dados mais recentes. A cifra não chega nem perto do valor empregado por qualquer uma das nações no topo da indústria da guerra.

Ao longo do mesmo ano, os EUA direcionaram cerca de 50 vezes mais dinheiro para a defesa. Foram quase US$ 1 trilhão, segundo dados do Banco Mundial.

O valor norte-americano está próximo da metade do Produto Interno Bruto (PIB) do brasileiro no mesmo período. A carga tributária local, por sua vez, representa 33% da riqueza nacional (somando governos municipais, estaduais e federal).

Assim, ainda que toda a arrecadação fosse direcionada às Forças Armadas, faltaria dinheiro para se equiparar aos norte-americanos — cujo orçamento nessa área é o maior do planeta. A segunda posição é da China (quase US$ 300 bilhões). Em terceiro lugar, aparece a Rússia (US$ 110 bilhões).

A comparação começa a dar vantagem ao Brasil a partir da Argélia. Trata-se de uma nação do norte da África com uma economia dez vezes menor que a brasileira.

O Brasil no campo de batalha

Na guerra, a surpresa também é uma arma valiosa. Para mantê-la, é preciso segredo. Embora os países divulguem seus orçamentos militares, é impossível saber com precisão quais ferramentas cada um possui — muita informação é guardada a sete chaves. Ainda assim, alguns grupos internacionais afirmam ter dados para estimar o abismo armado.

Um dos mais famosos é o Global Firepower, que coloca as Forças Armadas do Brasil como a 11ª mais forte do mundo. A posição a coloca à frente da imensa maioria das nações do globo. Mas o efetivo mostra a escassez de recursos, se houver um conflito.

Em um filme de guerra realista, o lado brasileiro não teria, por exemplo, helicópteros de ataque. A Venezuela de Maduro, apesar de aparecer bem abaixo no ranking, tem dez desses equipamentos.

Os EUA, por sua vez, têm mais de mil helicópteros de ataque — além de uma extensa frota de outros equipamentos também em falta para os brasileiros, como os porta-aviões. Essas embarcações foram decisivas na Segunda Guerra Mundial, encerrada há mais de seis décadas. Fica a pergunta: o que o Brasil faria se outro conflito envolver o mundo todo?

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10 comentários
  1. Andre Luiz Rodrigues
    Andre Luiz Rodrigues

    Seria até cômico o Brasil numa guerra! Cômico e patético! Nem militares homens de verdade o país tem! Se os maricas se borraram todos e nem um relés código-fonte de urnas eleitorais fraudadas eles tiveram coragem de arrancar de meia dúzia de marginais no STF e TSE, imagina numa guerra…. Kkkk

  2. O BELFORROXENSE
    O BELFORROXENSE

    Frouxas Armadas do Bóstil, cada vez mais decadentes e desaprovados pela população… Praticantes de perfídia, tem que se lascarem mesmo. Comando mercenário esses “prestadores de continência” para bandidos, frouxos, covardes e inúteis…

  3. Cassio Braz
    Cassio Braz

    Apesar de concordar com o artigo em sua base, a forma como foi apresentado é equivocada: comparar com potencias militares não tem sentido. O artigo seria muito mais útil se informasse a % do PIB que gastamos na area militar, e comparasse com países de mesmo nivel e importancia geopolítica

  4. Andre mendonça
    Andre mendonça

    Mas se for uma guerra de baldes de tinta branca e brochas para pintar meio-fios ninguém ganha de nois…
    Também se for uma guerra de licenças-prêmios, diárias e pensões nois num perde uma…

  5. Paulo
    Paulo

    Antes de armamento moderno, forças armadas bem sucedidas precisam de determinação no comando e coragem no campo, elementos absolutamente ausentes à totalidade dos militares brasileiros.

  6. Celso Eveling Caetano
    Celso Eveling Caetano

    Trabalhei por 12 anos numa empresa de material bélico, enquanto para testar um lote de munição nós gastavamos por semana em média oitenta tiros de obus 105, o quartel ao lado, de artilharia, gastava oitenta por ano para treinar a tropa, chegou ao cumulo do comandante mandar pelotoes toda semana conosco para assistirem e participarem dis tiros. Isso nos anos 90, imagina hj como esta a situação se, conforme noticiado, nao terão dinheiro pra pagar agua e luz.

  7. Fabian Berman
    Fabian Berman

    Falta o principal para as forças armadas do Brasil: a confiança da população nelas. Após o episódio de 8 de janeiro a confiança desapareceu.

    1. Christian
      Christian

      Isto é FATO, e não FAKE.
      A desmoralização foi de 98%.

  8. Edson Csuraji
    Edson Csuraji

    “O Brasil já vai a guerra, comprou porta-avioes” – salve Juca Chaves

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