Laurentino Gomes e o cancelamento do Brasil

Em sua conta no Twitter, jornalista e escritor foi irônico ao comentar decisões da Justiça relacionadas à Lava Jato
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O escritor e jornalista Laurentino Gomes foi irônico ao comentar as decisões dos tribunais contra a Lava Jato
O escritor e jornalista Laurentino Gomes foi irônico ao comentar as decisões dos tribunais contra a Lava Jato | Foto: Reprodução/Instagram

A decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de anular as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), alegando que a
13ª Vara Federal de Curitiba não teria competência para julgar os processos, e o julgamento da suspeição do ex-juiz Sergio Moro pela Segunda Turma da Corte continuam repercutindo nas redes sociais.

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O jornalista e escritor Laurentino Gomes virou assunto no Twitter nesta quarta-feira, 10, ao publicar mensagens em que tratava do assunto, embora não tenha citado Lula, Moro ou o STF diretamente. “Recebo ao acordar um meme divertido: o Tribunal Constitucional de Portugal (o STF de lá) acaba de anular o descobrimento do Brasil. Pedro Álvares Cabral não tinha competência para vir para cá porque estava a caminho das Índias. Portanto, o Brasil está cancelado, não existe mais!”, escreveu o escritor.

“Primeira consequência do cancelamento do Brasil: eu e todos os demais jornalistas, escritores e historiadores brasileiros estão sob suspeição. Andaram escrevendo sobre algo que não existe: o Brasil. Assim sendo, prenda-se todo mundo, por divulgar fake news.”

Na última da série de mensagens sobre o tema, Laurentino recorre à ironia e faz uma alusão à sequência de ataques desferidos contra a Lava Jato nos tribunais superiores. O escritor pede que parem de “perseguir, prender e importunar gente como Eduardo Cunha, Sérgio Cabral e Marcelo Odebrecht”. “Porque esses são personagens de um Brasil real, que existe, não pode ser cancelado e nos assombra há mais de 500 anos”, completou o autor dos best-sellers 1808, 1822 e 1889.

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5 comentários

  1. Também sou fã de carteirinha dele! Essa de ter o Tribunal Constitucional de Portugal anulado o descobrimento do Brasil, porque Cabral não tinha competência para vir aqui, mas ir para as Índias foi ótima!!! Aguenta Facchin, quem fala o que quer ouve o que não quer kkkkkkk

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