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Brasil

Polícia prende 7 por esquema que desviou R$ 20 mi em fraudes em São Paulo

A ação tenta cumprir 3 mandados de prisão temporária em Campinas e 12 de busca e apreensão em vários endereços

Polícia Civil de São Paulo já prendeu sete suspeitos pela execução de ex-delegado; dois foragidos | Foto: Divulgação/PCSP
A fase atual da Operação Azimut dá continuidade a investigações anteriores | Foto: Divulgação/PCSP

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta terça-feira, 9, sete pessoas sob acusação de integrarem um esquema de fraudes bancárias que desviou R$ 19,2 milhões de clientes de empresas do setor de pagamentos. A ação cumpriu três mandados de prisão temporária em Campinas e 12 de busca e apreensão em diferentes locais, como parte da Operação Azimut.

O inquérito descobriu que os suspeitos acessaram sistemas de uma empresa de gestão de recebíveis com uso de credenciais legítimas de maneira indevida. O grupo teria direcionado o montante desviado para duas companhias distintas, beneficiando-se do acesso irregular às plataformas do setor financeiro.

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Segundo informações do portal G1, entre os investigados estão donos de uma empresa que movimentou cerca de R$ 6,8 bilhões ao longo de dois anos, além de profissionais vinculados a um escritório de contabilidade. Uma das companhias envolvidas foi destinatária de R$ 7 milhões dos valores desviados.

Delegados foram afastados preventivamente depois de delator citá-los em caso sobre PCC | Foto: Divulgação/Deic
Viaturas do Deic da Polícia Civil de São Paulo | Foto: Divulgação/Deic

A Divisão de Crimes Cibernéticos, repartição do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) especializada em crimes cibernéticos, mobilizou 32 policiais civis e 16 viaturas em São Paulo. Já a equipe do Deic em Campinas atuou com oito policiais e quatro viaturas para cumprir as ordens judiciais.

Os detidos responderão por crimes como furto, estelionato contra empresas de serviços de pagamento e lavagem de dinheiro. As investigações revelam que o escritório de contabilidade teve participação direta, criando empresas para facilitar as fraudes e ocultar a origem dos recursos obtidos ilegalmente.

Prisões dão continuidade a investigações anteriores da Polícia Civil

De acordo com a Polícia Civil, essa fase da Operação Azimut dá continuidade a investigações anteriores. Em julho, três pessoas já haviam sido presas pelo mesmo esquema. Conforme relataram os investigadores, esses indivíduos seriam “laranjas” dos reais proprietários das empresas beneficiadas, informou o G1.

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