publicidade
Brasil

Por que um presidente dos EUA mudou o nome de um rio no Brasil?

Theodore Roosevelt atravessou o interior do país ao lado do Marechal Rondon

Theodore Roosevelt, presidente dos EUA | Foto: Reprodução

Embora o governo Lula tenha relações estremecidas com os Estados Unidos, o vínculo entre norte-americanos e brasileiros supera as questões do momento. Os EUA são os maiores investidores externos no Brasil. E alguns nomes icônicos que passaram pela Casa Branca conheceram profundamente o interior do país.

+ Leia Curiosamente e descubra o que esconderam de você

Receba nossas atualizações

Theodore Roosevelt, por exemplo, se encantou pelo território nacional. No começo do século 20, o ex-presidente dos EUA participou de uma expedição para conhecer o interior do Brasil. O trajeto começou em Mato Grosso e terminou em Belém, capital do Pará.

Rio Roosevelt

A travessia começou em dezembro de 1913. “Eles partiram de Tangará da Serra (MT) e, quase quatro meses depois, chegaram a Belém (PA)”, disse Antônio Cabrera, ministro da Agricultura do Brasil de 1990 a 1992, em vídeo para o canal Fé & Trabalho.

Ao lado do Marechal Rondon, o ex-presidente norte-americano mapeou o trajeto do então chamado Rio da Dúvida. O nome se devia ao fato de ainda não haver a confirmação de onde seu percurso terminava. Depois disso, o lugar mudou para Rio Roosevelt.

EUA e Brasil além de Roosevelt

Cabrera lembra que as relações entre as duas nações antecedem essa viagem e até mesmo a independência do país. “Tiradentes tinha a Constituição dos EUA como livro de bolso”, explicou. O nome adotado logo depois da independência foi Estados Unidos do Brasil — e se manteve assim até 1967.

As duas nações, inclusive, lutaram lado a lado contra o nazismo na Segunda Guerra Mundial. Entre as tropas latino-americanas, somente as brasileiras foram ao campo de batalha, ao lado dos norte-americanos. Durante o conflito, Recife foi sede da Quinta Frota da Marinha dos EUA, e Alcântara, no Maranhão, abrigou a maior base aérea norte-americana no exterior.

Hoje, porém, não há nem sequer um embaixador dos EUA no Brasil. Em vez disso, apenas um encarregado de negócios. A razão? O alinhamento do governo Lula com ditaduras, como a da Venezuela, e o tratamento aplicado aos políticos de oposição.

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade