O início do semestre na Unesp, em 2 de setembro, marcou um episódio de violência que envolveu o professor Gabriel Cepaluni. Ele foi alvo de hostilidades e agressões físicas por parte de estudantes no campus de Franca (SP).
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O docente foi surpreendido por um grupo de alunos que o acusou de racismo, fascismo e assédio. A situação escalou quando ele tentou registrar o ocorrido com o celular e entrar em sala de aula.
Durante o tumulto, Cepaluni teria recebido socos e empurrões na cabeça e no rosto, além de sofrer danos materiais, como roupas rasgadas, óculos desaparecidos, chapéu extraviado e furto de itens de sua mochila.
Em Oeste Sem Filtro, o jornalista Alexandre Garcia afirmou que a narrativa expõe que “o ódio é amor”. “Está aí o movimento do ódio que se chama ‘paz e amor’.”
No mesmo sentido, a comentarista política Ana Paula Henkel disse que “uma notícia como essa deixa até um pouco sem ar”. Ela lembrou do caso do ativista norte-americano Charlie Kirk, assassinato em uma universidade nos Estados Unidos, durante a promoção de um debate.
Leia mais: “Universidades do ódio”, reportagem de Branca Nunes e Mateus Conte publicada na Edição 288 da Revista Oeste
“A tal esquerda, tolerante, que aceita todas as minorias e pessoas, essa esquerda é violenta e não quer promover o debate”, analisou. “Apenas depois do brutal assassinato de Kirk, as pessoas estão vendo a seriedade desses movimentos. Me deu uma certa aflição ao ver a foto do professor sendo envolto pelos estudantes. Mas isso também acontece por causa da impunidade de quem comete esse tipo de agressão.”
Gabriel Cepaluni leciona relações comerciais internacionais e análise de política externa e nunca havia enfrentado episódios semelhantes.
Versão do movimento estudantil e debate político
Pelo lado do movimento estudantil, Gabrielle Nascimento, representante da União da Juventude Comunista da Unesp, declarou nas redes sociais que o protesto foi uma manifestação política legítima contra o docente. Ela o acusou de assédio e de defender ideias consideradas perigosas e elitistas.
Professor da UNESP agredido!
— Rubinho Nunes (@RubinhoNunes) October 3, 2025
A militante diz que ele tinha “posições políticas perigosas”. Detalhe: COM A CAMISETA DO COMUNISMO!
A “violência” do professor? Um celular na mão! pic.twitter.com/L73pmlgler
Gabrielle alegou que o professor teria rompido a barreira dos estudantes e agredido alunos, resultando em ferimentos em quatro deles, sem detalhar as lesões.
Resposta da Unesp de Franca (SP)

A Unesp afirmou ao portal GCN/Sampi que iniciou procedimentos legais e administrativos para apuração dos fatos, destacou políticas de combate à violência e assédio e disse ter compromisso com a liberdade acadêmica. O caso está em análise do departamento jurídico da instituição.
Leia também: “A intolerância nas universidades”, artigo de Ubiratan Jorge Iorio publicado na Edição 289 da Revista Oeste
“Reforçamos o compromisso de nossa instituição com a ética, o respeito mútuo e o bem-estar coletivo na universidade. As medidas cabíveis estão sendo tomadas, respeitando o devido processo legal, a manifestação do contraditório, o amplo direito de defesa das partes envolvidas e a promoção dos direitos humanos”, informou a instituição, em nota.
Quando a injustiça de um país brota lá do alto, do topo dos “homens da lei”, que não a cumprem, e em seu lugar militam politicamente, os episódios de violência se multiplicam nas salas de aula e nos corredores das universidades, principalmente, públicas. Quando a violência triunfa numa universidade e cala professores, é porque uma determinada ideologia está tomando conta em todas as instituições no país. A florescência dos velhos bordões “fascista, racista” deixam claro que o esquerdismo radical começa o seu sufoco a tudo o que não atende a sua ideologia. Quando a violência é acobertada é porque ela triunfou como também triunfou no Brasil o roubo em alta escala compensa. A evidência ficou clara a partir do momento em que os ladrões capturados pela Lava Jato, um a um foram tirados da cadeia mesmo tendo confessado o crime e, alguns, terem devolvido o dinheiro roubado. É assustador o espectro de um país quando não há mais justiça e questionar essa realidade é considerado crime contra o “Estado Democrático de Direito”. É a brutal falência da Nação.
E o governador Tarcísio?
Esta passando bem?
Esta tudo certo?
Quando vai tomar uma atitude com esses “reitores” fracassados?
Continuaremos a pagar para que esses “estudantes” continuem a sua nefasta doutrinação pela força?
Essa coisa de Unesp só se revela como mais um antro de comunistas, meliantes da extrema-esquerda. A postura da reitoria ressaltando “ações afirmativas, diversidade e equidade” demonstram a adoção e prática da agenda “woke” nesse local, uma agenda de extremismo, intolerância, violência, que é o que os fatos protagonizados por “estudantes” provam por si mesmos.
Nunca pensei que uma universidade ainda tenha a união da juventude comunista, será que esse grupo desconhece o mal que o comunismo fez e ainda faz ,um regime que não deu certo em nenhum lugar do mundo, militantes.
Gabrielle Nascimento, representante da União da Juventude Comunista da Unesp, tem que acreditar nesse representante da democracia brasileira.
Está na hora de alunos criminosos perderem as vagas, afinal estudam em escolas públicas e a diversidade de opiniões é protegida pela nossa Constituição Federal, ao menos era no que ainda está escrito! Uma idéia seria que todas as escolas públicas acrescentassem em todos os cursos a obrigatoriedade de estudo da Constituição Federal com professores realmente isentos. Ou teremos que assumir que a Lei existia no Brasil: “Existe mas, acabou?”. De que adianta dar estudo a esses alunos em escolas públicas se eles rejeitam o próprio respeito à Lei de um país que paga seus estudos, estamos “criando” criminosos???????
A universidade historicamente era um lugar de pluralidade de ideias… só que hoje, por causa dos comunistas, já não é mais. Entendo que são pessoas doentes mas eles têm a obrigação de procurar por ajuda. Quem comente crimes tem que pagar!
Boa verdade…!
A famosa esquerdalha, que defende a democracia. Marginais que estudam com o dinheiro do pagador de impostos.
Cambada de vagabundos , pobre futuro do Brasil a depender desses canalhas , cafajestes travestidos de alunos .
Marginalidade plena
Não são estudantes, são MARGINAIS dessa maldita esquerda de acéfalos!