‘Somos parte da solução’, diz chanceler brasileiro sobre crise climática

Compromissos do Brasil na agenda ambiental deixaram embaixadores europeus 'muito satisfeitos', afirma Carlos França
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Carlos França, ministro das Relações Exteriores, vê Brasil como 'parte da solução' para o clima
Carlos França, ministro das Relações Exteriores, vê Brasil como 'parte da solução' para o clima | Foto: Gabriel Albuquerque/MRE/Flickr

O Brasil não é culpado pela crise climática e, ao contrário, faz parte da solução para o problema. A avaliação é do ministro das Relações Exteriores, Carlos França, que citou os compromissos firmados pelo país para a redução da emissão de gases de efeito estufa e no combate ao desmatamento.

“Estão todos convencidos de que o Brasil tem uma ambição séria e concreta e que, desde 1992 [na conferência sobre o clima organizada no Rio de Janeiro], quando lançamos o conceito de desenvolvimento sustentável, nós somos parte da solução”, afirmou o chanceler em entrevista à CNN Brasil, concedida em Roma, onde ele integrou a comitiva que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro na reunião de cúpula do G20.

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“Acabei de receber mensagem do Alok Sharma [presidente da COP26]. E também me enviaram um tuíte do John Kerry [enviado especial dos Estados Unidos para questões climáticas], com quem conversei em Paris à margem da reunião da OCDE. Embaixadores estrangeiros de nações europeias me mandaram mensagens também muito satisfeitos com os compromissos que o Brasil tem assumido na área do carbono”, celebrou França.

Como noticiado mais cedo por Oeste, o Brasil foi um dos signatários de um documento da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), em Glasgow (Escócia), que estabelece a meta de acabar com o desmatamento até 2030, por meio de uma série de  medidas apoiadas por investimentos de até US$ 19 bilhões de fundos públicos e privados na proteção e na restauração das florestas.

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3 comentários Ver comentários

  1. Como pode um país ainda em desenvolvimento, reduzir essas metas de carbono? Isso apenas se aplica a países já desenvolvidos e que estão anos à frente na pesquisa de novas fontes de energia e que diga-se de passagem que duvido que isso esteja acontecendo, pelas noticias que temos desses países. No nosso caso a única possibilidade estaria na diminuição do desmatamento, mas esses caras não param de comprar madeira da amazônia! Então como é que fica isso daí?

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