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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou, nesta quarta-feira, 1º, o pedido de soltura imediata da influenciadora Deolane Bezerra, que permanece presa enquanto seu processo é analisado. A defesa alegou demora na condução do caso e pediu alternativas como monitoramento eletrônico, argumentando que Deolane é mãe de um filho menor. O relator, ministro Ribeiro Dantas, negou a liminar, afirmando que a prisão preventiva está bem fundamentada.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou, nesta quarta-feira, 1º, o pedido de soltura imediata feito pela defesa de Deolane Bezerra em um novo habeas corpus. A influenciadora continua presa enquanto o processo tramita no tribunal, que ainda avaliará o mérito da solicitação nos próximos dias.
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Os advogados de Deolane afirmaram ao STJ que houve demora excessiva na condução do processo e que não existiriam motivos suficientes para manter a prisão preventiva. A defesa sugeriu alternativas, como monitoramento por tornozeleira eletrônica, e argumentou que, por ser mãe de um filho menor de 12 anos, ela deveria cumprir prisão domiciliar.
Decisão do relator e fundamentação da prisão
O ministro Ribeiro Dantas, relator do caso, negou a liminar depois de analisar o pedido, e avaliou que não há ilegalidade clara para justificar a libertação urgente de Deolane. Segundo ele, “a prisão preventiva, em juízo inicial, parece estar devidamente fundamentada”.
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Deolane Bezerra é investigada por suposta participação em organização criminosa ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e suspeita de lavagem de dinheiro. Segundo a decisão, a condição de mãe não garante, automaticamente, o direito à prisão domiciliar quando há situações excepcionais no caso concreto.
Próximos passos do processo
Com a liminar negada, o habeas corpus ainda aguarda análise do Ministério Público Federal antes de ser julgado definitivamente pelo STJ. Deolane está presa preventivamente desde o final de maio na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior paulista.
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