‘Tudo tem um limite’, diz Bolsonaro sobre medidas restritivas contra covid-19

'Não podemos esquecer a questão do emprego. O vírus, o pessoal sabe que estamos combatendo com vacinações', afirmou o presidente
-Publicidade-
Jair Bolsonaro tomou sopa com o ministro da Defesa, general Braga Netto
Jair Bolsonaro tomou sopa com o ministro da Defesa, general Braga Netto | Foto: Reprodução/Redes Sociais

Em visita a uma comunidade no Distrito Federal neste sábado, 3, ao lado do ministro da Defesa, general Braga Netto, o presidente Jair Bolsonaro repetiu o discurso crítico em relação às medidas de restrição adotadas por prefeitos e governadores como tentativa de conter a disseminação do novo coronavírus.

Leia mais: “‘Se acharem que devo vacinar, vacino, não tem problema nenhum’”

-Publicidade-

Bolsonaro tomou sopa ao lado de Braga Netto na Associação Beneficente Cristã Casa de Maria, em uma comunidade de Itapoã, a 24 quilômetros do centro de Brasília. No local, é servido o chamado “sopão” para famílias de baixa renda. O encontro foi transmitido ao vivo pelas redes sociais do presidente.

Leia também: “‘É uma questão pessoal’, diz Queiroga sobre vacinação de Bolsonaro”

“A guerra, da minha parte, não é política. É uma guerra que tem a ver com o futuro de uma nação”, disse Bolsonaro. “Não podemos esquecer a questão do emprego. O vírus, o pessoal sabe que estamos combatendo com vacinações. Apoiamos medidas protetivas. Agora, tudo tem um limite.”

O presidente também confirmou que as Forças Armadas serão destacadas para ajudar na vacinação contra a covid-19 — como já havia sido anunciado pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. “A partir do momento que a Saúde assim desejar, a Marinha, o Exército e a Aeronáutica estarão prontas para ajudar na vacinação da nossa população.”

Leia também: “As arbitrariedades do lockdown, reportagem publicada na Edição 54 da Revista Oeste

* O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias.
Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais à equipe da publicação, a outro usuário ou a qualquer grupo ou indivíduo identificado. Caso isso ocorra, nos reservamos o direito de apagar o comentário para manter um ambiente respeitoso para a discussão.

4 comentários

  1. Tudo tem limite.
    As FFAA enfim desempenham à partir de agora o papel constitucional que lhes compete.

    PÓLVORA

    SELVA

    Contra a “resistência” TUDO.

    Ckntra bandidos, ARMAS.

  2. O senhor presidente está correto! Depois de um (1) ano está comprovado que trancamento não resolveu, mas aumentou o desemprego, a pobreza e, possivelmente, também a corrupção!!! Prefeitos tomando medidas contra a população, em escancarada afronta aos direitos e garantias individuais determinados pela Constituição Federal, como o direito de ir e vir, o direito ao trabalho, o direito de livre expressão, o direito à propriedade e a inviolabilidade de domicílio!!! Será que essas criaturas não têm um assessor jurídico para lhes informar????!!!! E o governador do Estado não se manifesta contra esses abusos????!!!!! Será que também não dispõe de uma assessoria jurídica competente????!!!! Depois de um (1) ano o Estado de S.Paulo é o que apresenta os piores números relativos à pandemia!!! DÓRIA, DIZ UM VELHO DITADO QUE QUEM NÃO TEM COMPETÊNCIA NÃO SE ESTABELECE!!!

  3. Entendo a preocupação do presidente. Pior que o vírus serão conflitos sociais de grande parte da população vulnerável que sequer tem casa para ficar, saneamento básico, emprego, saúde, educação e tempo para esperar a vitória da ciência. Tivéssemos nesta grave crise há 1 ano sendo governados pelo PT com tudo paralisado, sequer teríamos abastecimento alimentício, farmacêutico e hospitalar. Dá para entender tanta insanidade?
    Não é difícil entender que nesses graves conflitos sociais todos adorarão a intervenção dos militares na defesa da Lei e da Ordem, como já fizeram em passado recente do governo Temer no RJ. Até a tal da Katia Abreu aquela amiga do encrenqueiro embaixador chinês que consegue ate trocar nosso ministro das relações exteriores, já solicitou que o exercito participasse auxiliando forças policiais, naquilo que ela considera desobediência civil por não ficar em casa.
    Sem dúvida medidas protetivas são necessárias, mas fazer politicagem em tão grave momento, inclusive culpando o governo federal por falta de vacinas quando o mundo não tem vacinas suficientes, é crime nefasto, sujo e próprio de inúteis políticos brasileiros e isto sim poderá criar conflitos graves em tão delicado momento.

Envie um comentário

-Publicidade-
Exclusivo para assinantes.