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Brasil

Um assassino com 18 passagens pela polícia

Criminoso que matou o policial militar Roger Dias da Cunha havia sido beneficiado pela 'saidinha' de Natal

assassino do sargento roger dias cunha - protesto
Protesto em cartaz sobre o túmulo do sargento Roger Dias Cunha: o assassino dele estava na rua graças a uma decisão judicial | Foto: Reprodução/Instagram/@paulomartins222

Em reportagem publicada na Edição 199 da Revista Oeste, Rute Moraes informa que o criminoso que se tornou assassino do sargento Roger Dias da Cunha já era bem conhecido da polícia — e da Justiça. O crime ocorreu em 5 de janeiro.

Na matéria, Rute chama a atenção para o fato de o integrante da Polícia Militar de Minas Gerais acabar como vítima de alguém com inúmeras passagens.

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Leia um trecho da reportagem sobre o assassino do sargento Cunha

“A morte de Roger da Cunha foi filmada por câmeras de segurança”, afirma Rute, em trecho da reportagem “O Brasil precisa acabar com as ‘saidinhas’ da cabeça”. “A imagem perturbadora do sargento alvejado covardemente rodou o país. Imediatamente, a sociedade reagiu — sobretudo nas redes sociais — com uma pergunta que, ano após ano, se repete: por que um criminoso tem o direito de sair da cadeia cinco vezes por ano em feriados? Muitos não voltam, são flagrados em bares ou consumindo drogas e, no limite, cometendo novos crimes. O assassino de Roger da Cunha, por exemplo, tinha 18 registros por crimes como roubo, tráfico, falsidade ideológica, receptação, ameaças e agressão.”

policial baleado em bh
Registros de câmera de segurança mostram o momento em que policial foi baleado por criminoso, que estava na ruas graças a uma decisão da Justiça; agente de segurança morreu depois de dois dias internado | Foto: Reprodução/O Tempo/Redes sociais

Enquanto um sargento da Polícia Militar morreu, deixando a mulher e uma filha de 5 meses, o assassino dele havia sido beneficiado com a tal “saidinha” de Natal.

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A Edição 199 da Revista Oeste vai além do texto de Rute Moraes. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de J. R. Guzzo, Silvio Navarro, Augusto Nunes, Mario Sabino, Alexandre Garcia, Ana Paula Henkel, Dagomir Marquezi, Guilherme Fiuza, Carlo Cauti, Paula Leal, Bruno Lemes, Joanna Williams (da Spiked), Flávio Gordon e Loriane Comeli.

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6 comentários
  1. Edson Pacheco
    Edson Pacheco

    Precisamos fazer uma campanha para a Reforma do Judiciário

  2. Edson Pacheco
    Edson Pacheco

    Repito as palavras do Alex abaixo:
    Lamentamos, mas a reprodução de conteúdo desta página não é permitida.

  3. Ricardo
    Ricardo

    Só pra constar: a OAB prestou algum tipo de solidariedade para a família do policial? Não, né? Era só pra constar mesmo.

    1. Marciano Alaniz de Medeiros
      Marciano Alaniz de Medeiros

      Esse bandido tinha e vai continuar tendo todos esses benefícios e vai continuar matando.

  4. ALEX
    ALEX

    Devemos parar de falar “a justiça soltou” e passar a falar o juiz fulano de tal e mostrar a foto. Assim, familiares e vizinhos poderiam começar a questionar e eles teriam ao menos que passar pelo constrangimento de não serem cumprimentados por seus vizinhos. Deveriam ao menos passar por um ostracismo. Assim como os tais “especialistas” em segurança pública que não sabem fazer outra coisa a não ser repetir mantras da esquerda como “prisão não funciona” e que a “culpa da violência é devido a má distribuição de renda” ou outra bobagem assim. Jornais e revistas e direita poderiam começar a fazer isso.

  5. Filipe Drumond Costa
    Filipe Drumond Costa

    Os juízes que autorizam as saidinhas devereriam responder como cúmplices nos atos dos liberados, assim teriam mais responsabilidade na escolha dos que realmente podem usufruir do benefício. Mas o ideal é acabar de vez com essa aberração. Infelizmente o Brasil está sendo governado por meliantes e a justiça está cheia de militantes políticos e não juízes.

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