Voto ‘impresso’ deve ‘reforçar a legitimidade dos eleitos’, diz Vitor Hugo

'Estamos reforçando a confiança do eleitor de que o seu voto foi efetivamente apurado', afirmou o deputado
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Deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO) participou do <i>Opinião no Ar</i>, da RedeTV!
Deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO) participou do Opinião no Ar, da RedeTV! | Foto: Reprodução/YouTube

Em entrevista ao programa Opinião no Ar, exibido nesta terça-feira, 13, pela RedeTV!, o deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO) defendeu o projeto do voto “impresso” para as eleições de 2022. Segundo ele, a proposta — que é encampada pelo presidente Jair Bolsonaro — daria maior transparência ao processo eleitoral e reforçaria a legitimidade do pleito.

Essa é uma das principais bandeiras nossas hoje em dia, talvez a bandeira mais ideológica que a direita tem na Câmara dos Deputados. A nossa intenção é reforçar a legitimidade dos eleitos”, afirmou Vitor Hugo. “[O projeto] Vai garantir não só o voto impresso, mas a contagem pública dos votos. Estamos reforçando a confiança do eleitor de que o seu voto foi efetivamente apurado.”

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Para Vitor Hugo, no entanto, as chances de aprovação do voto “impresso” diminuíram, principalmente pela resistência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do Supremo Tribunal Federal (STF) e de partidos de oposição ao atual governo. “Houve um movimento de quatro ministros do STF e de 11 partidos políticos que influenciaram no processo legislativo dentro da Câmara, inclusive trocando membros da comissão especial”, disse o parlamentar. 

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Ele [Bolsonaro] vem defendendo a pauta do voto impresso e tem dito que, se o Parlamento aprovar, seria uma demonstração inequívoca de que os representantes do povo e a população brasileira querem o voto impresso”, completou Vitor Hugo. 

CPI e militares

Na entrevista, o deputado do PSL de Goiás fez críticas à condução dos trabalhos da CPI da Covid no Senado, que investiga as ações do governo federal durante a pandemia. Indagado sobre os conflitos entre a cúpula da CPI e os militares, Vitor Hugo afirmou que se trata de “mais uma demonstração de que a CPI está perdida”. “[A comissão] Não sabe o que apurar, não tem um fato determinado que implique o presidente da República. A gente vê uma desmoralização da CPI”, afirmou o deputado. 

“A gente sabe da idoneidade e do compromisso das Forças Armadas com o país, inclusive de não se envolver politicamente”, prosseguiu Vitor Hugo. “Não vejo qualquer politização das Forças Armadas no contexto atual. Nenhuma politização.”

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