3 ideias populistas que você deve rejeitar

Aparentemente boas, a taxação de grandes fortunas, o controle de preços e a impressão de dinheiro causam estrago na economia
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A América Latina é o palco preferido dos populistas
A América Latina é o palco preferido dos populistas | Foto: Reprodução/Ranking dos Políticos

A América Latina é o palco preferido dos populistas. Lula, Dilma Rousseff, Nestor e Cristina Kirchner, Hugo Chávez, Nicolás Maduro, Rafael Correa, Pepe Mujica, Evo Morales, Fidel e Raul Castro são apenas alguns dos políticos que propuseram ideias aparentemente benéficas para a população de seus países, mas que resultaram em desastres completos quando aplicadas à realidade.

Em publicação no Instagram, o Ranking dos Políticos lista algumas dessas ideias e suas consequências na vida dos cidadãos.

1) Taxar as grandes fortunas

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Embora possa soar justa, trata-se de uma proposta ineficaz. Nos países em que a medida foi aplicada, o resultado obtido foi a fuga de empresas, o desemprego e a perda de arrecadação.

É um efeito cascata. Quase inviabilizados em virtude dos altos impostos, as empresas procuram outros países para se instalar. Com a fuga das empresas, milhares de empregos são destruídos.

A consequência disso é a perda de arrecadação estatal, visto que os geradores de riqueza (empresários e trabalhadores) não conseguirão mais produzir bens e serviços para posteriormente comercializá-los. Sem a venda de bens e serviços, o Estado deixa de arrecadar com os impostos sobre consumo.

Para compensar o desfalque no orçamento, o Estado tende a aumentar a carga tributária. Desencorajados em razão dos altos impostos, os empreendedores sobreviventes deixam de criar empresas, que passam a não gerar empregos.

É um ciclo vicioso.

2) Controlar os preços

Popular na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e na China, o controle de preços resultou em escassez de bens e preços exorbitantes.

O Estado, com a intenção de combater o “abuso” dos capitalistas, estabelece um preço para os produtos que fica abaixo de seus custos de produção. Com isso, deixa de ser compensatório para os empreendedores produzir bens e serviços, visto que o lucro será confiscado.

Como haverá poucos produtos disponíveis no mercado, seus preços subirão. As filas para adquiri-los serão comuns, sobretudo se os produtos forem de primeira necessidade, como os alimentos.

3) Imprimir dinheiro

Trata-se de uma das políticas mais adotadas por governos gastadores.

Nesse caso, aumenta-se a quantidade de dinheiro em circulação na economia, mas não a quantidade de produtos disponíveis para compra. A consequência disso é a desvalorização do dinheiro e a alta dos preços, como mostrou o economista Alan Ghani em artigo publicado na Edição 81 da Revista Oeste.

“Entende-se por inflação a alta generalizada e persistente dos preços, ocasionada pela expansão monetária (emissão de dinheiro) acima do que a capacidade produtiva da economia consegue absorver”, escreveu Ghani. “O excesso de dinheiro provoca o aumento da demanda (consumo) acima da oferta (produção), levando ao aumento de preços.”

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