publicidade
Economia

Argentina vai pedir ajuda a Dilma

Ministro da Economia está na China tentando socorro financeiro dos Brics

argentina
Dilma Rousseff e Cristina Kirchner, em 2012, quando as duas eram presidentes | Foto: Foto: Reprodução

Uma delegação da Argentina está na China. O ministro de Economia, Sergio Massa, o presidente do Banco Central, Miguel Pesce, a vice-chanceler Cecilia Todesca e o deputado Maximo Kirchner, filho de Cristina Kirchner, estão tentando obter socorro financeiro para o país.

O grupo tem encontro marcado com Dilma Rousseff, presidente do Banco dos Brics, em Xangai. Depois a delegação seguirá para Pequim, onde tem conversas agendas com o governo chinês.

Receba nossas atualizações

A Argentina tem pressa para se tornar sócia do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o Banco do Brics, em meio à sua atual crise financeira. Para o país se beneficiar de empréstimos na instituição, tem que aderir. Na terça-feira, 30, tem início a assembleia anual do banco. Os integrantes começam a avaliar a possível adesão do país sul-americano.

Para ser sócio do Banco do Brics, um país precisa fazer aporte de capital. Mas esse não é um obstáculo, aparentemente, porque o estatuto da instituição estabelece que “o valor de uma ação (US$ 100 mil) também será o valor mínimo a ser subscrito para a participação de um único país”.

A Argentina tornar-se sócio não mudaria muita coisa na situação econômica do país. Os projetos médios financiados pelo Banco do Brics ficam em torno de US$ 200 milhões, dinheiro que mesmo se fosse destinado para socorro de caixa não faria diferença, diante do tamanho do passivo argentino.

A ajuda à Argentina é uma das bandeiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tenta a todo custo salvar a esquerda no país. Na semana passada, o presidente brasileiro acusou as instituições financeiras internacionais de não atenderem as necessidades dos países em desenvolvimento. “Queremos que o Banco do Brics se consolide como alternativa de financiamento”, disse ele.

Leia também: “Buenos Aires definha”, reportagem publicada na edição 159 da Revista Oeste

Leia também

Leia mais sobre:

6 comentários
  1. carlos roberto de moura
    carlos roberto de moura

    Quando chegar o vencimento do empréstimo a gente dobra o empréstimo.

  2. Sunda
    Sunda

    Agora que está tão na moda se falar em racismo e xenofobia pela esquerda, me vem um detalhe a mente: Não foi o presidente da Argentina que falou que eles vieram dos navios e os brasileiros vieram da selva? Se o racismo for cometido por alguém de esquerda é permitido ou só é racismo se a pessoa não for um militante da esquerda? Comete um ato de racismo contra um país inteiro e agora que precisa de dinheiro vem buscar com o povo da selva com as bênçãos dos socialistas brasileiros?

  3. Christian
    Christian

    Fico triste pelo que está acontecendo com a Argentina. MAS, não posso deixar de rir ao ver que o aporte do banco dos Brics só poderá emprestar U$ 200K para um país que precisa de muito mais que isso.
    Esta missão é para vender a Argentina para os chineses.

  4. RODRIGO DE SOUZA COSTA
    RODRIGO DE SOUZA COSTA

    Desculpem editores, mas é seção de economia ou humor?

  5. Fraulein Zuschauer
    Fraulein Zuschauer

    Hahaha ! O quê? Essa mandioqueira cabeça de camarão? Vc abre e só tem cocô ali dentro.
    Obrigado por me fazer rir, pq depois que li que o MaDureza virá infestar o Brasil eu tava deprê.

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.