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Tecnologia, Economia

Brasil terá nova companhia aérea, que deve voar já em 2021

Com o lema "Não se trata apenas de voar", a empresa pretende se tornar referência na aviação regional brasileira

Com o lema “Não se trata apenas de voar”, a empresa pretende se tornar referência na aviação regional brasileira

Nella Airlines | Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Nella Linhas Aéreas protocolou pedido na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para iniciar operações regionais no Brasil. A solicitação foi divulgada nesta sexta-feira, 20, pelo Ministério do Turismo. A nova companhia vai atuar no segmento de baixo custo.

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Segundo a Anac, o pedido faz parte da primeira de uma série de etapas para a obtenção do Certificado de Operador Aéreo, documento que autoriza o início das atividades da companhia.

Leia mais: “Aviação no Brasil deve recuperar 80% de seu movimento em dezembro”

O processo pode durar vários meses, até que a empresa esteja apta a lançar o primeiro voo, mas a previsão é de que isso ocorra ainda no primeiro semestre de 2021.

“A retomada de nossa atividade ocorrerá por meio do turismo doméstico, e temos que aproveitar esta tendência para promover e valorizar nossos destinos. A chegada de novas companhias aéreas regionais amplia a conectividade e torna o turismo ainda mais acessível”, ressalta o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

Com o lema “Não se trata apenas de voar”, a companhia pretende se tornar referência na aviação regional brasileira, atendendo à demanda de cidades do interior ainda desassistidas pelo serviço aéreo.

O brasileiro Maurício Souza, fundador da Nella, explica que o nome da empresa foi uma homenagem à filha Antonella, de menos de 1 ano, e que aplicará a jovialidade do nome aos valores da empresa.

Maurício Souza afirma que a Nella deve operar, inicialmente, nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste com aviões ATR 72-600, muito utilizados para pouso e decolagem em aeroportos menores. As aeronaves possuem capacidade para transportar até 72 passageiros em voos regionais.

A princípio, serão utilizados o centro de operações no Aeroporto Internacional de Brasília e o centro administrativo no Campo de Marte, em São Paulo. Mas a intenção do CEO é ampliar hubs e frotas, inclusive cargueiras.

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1 comentário
  1. Alvaro Luiz Devecz
    Alvaro Luiz Devecz

    Só quero ver quanto tempo vai aguentar, ainda mais nesses tempos incertos.

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