Começou nesta terça-feira, 16, a penúltima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central neste ano. O grupo, responsável por definir o rumo da taxa básica de juros no Brasil, divulga no dia seguinte a nova definição para a Selic, atualmente no maior patamar em quase duas décadas, com previsão de manutenção.
O calendário do Copom para 2025 ainda prevê encontros nos dias 4 e 5 de novembro e 9 e 10 de dezembro. O processo de decisão do comitê ocorre a cada 45 dias, quando os integrantes do colegiado analisam dados sobre a economia nacional e internacional, liquidez e tendências dos mercados.
Receba nossas atualizações
+ Leia mais notícias de Economia em Oeste
Segundo o Banco Central, a reunião é reservada para a discussão da decisão entre os membros. “A decisão é tomada com base na avaliação do cenário macroeconômico e os principais riscos a ele associados”, explica a autarquia. Depois da votação de todos os integrantes, o resultado é comunicado ao público, e a ata detalhada é divulgada até quatro dias úteis depois, geralmente na terça-feira seguinte.

Copom sustenta ciclo de alta dos juros
Desde o final de 2024, a trajetória da Selic reflete um ciclo intenso de aumento dos juros. A taxa estava em 10,75% ao ano em setembro do ano passado, passou para 11,25% em novembro e terminou dezembro em 12,25%, última decisão sob comando de Roberto Campos Neto.
Com a chegada de Gabriel Galípolo, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à presidência da autarquia, o Copom sinalizou a continuidade dos aumentos.
Em 2025, o ritmo de elevação se intensificou: janeiro registrou Selic a 13,25%, março subiu para 14,25%, maio avançou para 14,75% e junho consolidou os juros em 15% ao ano, nível que permanece até hoje. No encontro de julho, o Copom optou por interromper as altas e manter a taxa em 15%, decisão que, segundo o consenso do mercado, deve ser mantida nesta semana.






































Cadê a velha da Magalú para dar seus xiliques? Morreu ou foi operar da papada ? Cara de pau chupa cabra de pobre…
Tem que aumentar em mais 1,25%, mas o BC atual não tem culhão para isso.