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Economia

Argentina destaca avanços econômicos em reunião da OCDE

Representante do governo Milei diz que país chega à Europa como símbolo de estabilidade e ambiente favorável a investimentos

Pablo Quirno (à esquerda) com Todd McClay, ministro do Comércio e Investimentos da Nova Zelândia: novo acordo | Foto: Reprodução/X/@pabloquirno
Pablo Quirno (à esquerda) com Todd McClay, ministro do Comércio e Investimentos da Nova Zelândia: novo acordo | Foto: Reprodução/X/@pabloquirno

O secretário de Finanças da Argentina, Pablo Quirno, afirmou nesta terça-feira, 2, que o país chega à reunião ministerial da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris, em um cenário econômico distinto do observado nos últimos anos.

Em publicação nas redes sociais, Quirno informou que participa do encontro internacional para destacar os diversos avanços obtidos na estabilidade macroeconômica, na abertura da economia e no fortalecimento das condições para investimentos, produção e geração de empregos.

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Argentina: prestígio internacional

Segundo o secretário, as reformas promovidas pelo presidente da Argentina, Javier Milei, têm contribuído para consolidar a estabilidade econômica, ampliar as oportunidades para a iniciativa privada e criar bases para um crescimento sustentado no longo prazo.

Leia também: “Populismo trabalhista”, artigo de Marina Helena publicado na Edição 324 da Revista Oeste

Quirno também afirmou que o país avança sobre fundamentos considerados sólidos pela atual administração. Entre eles, citou a liberdade econômica e a segurança jurídica como elementos essenciais para estimular investimentos e impulsionar a prosperidade.

A reunião ministerial da OCDE reúne autoridades de diversos países para discutir temas relacionados ao crescimento econômico, comércio internacional, investimentos e políticas públicas. A Argentina busca ampliar sua integração com organismos internacionais e fortalecer sua posição como destino para novos investimentos estrangeiros.

A imagem de recuperação econômica da Argentina, no evento em Paris, contrasta com a situação brasileira que, além de conviver com a deterioração de indicadores centrais, como juros, inflação e gastos públicos, tenta administrar uma nova crise tarifária com os Estados Unidos.  

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