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Economia

Governo envia proposta de Orçamento de 2023 com Auxílio Brasil de R$ 400

Planalto informou que buscará soluções ‘jurídicas e orçamentárias’ para a manutenção dos R$ 600

Governo Orçamento Auxílio
Foto: Aloisio Mauricio/FotoArena/Estadão Conteúdo

O governo federal enviou ao Congresso a proposta de Orçamento de 2023. O documento, apresentado nesta quarta-feira, 31, prevê o pagamento de R$ 400 aos beneficiários do Auxílio Brasil.

O valor previsto para o próximo ano é abaixo dos R$ 600 pagos atualmente. Essa quantia foi aprovada pelos parlamentares na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Benefícios.

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No texto, o governo diz “reconhecer a relevância” do aumento do valor do Auxílio Brasil. Por isso, informou que pretende “buscar soluções jurídicas e orçamentárias” para a manutenção dos R$ 600. O Orçamento prevê R$ 105,7 bilhões para o pagamento do benefício a 21,6 milhões de famílias.

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No mês passado, o secretário especial de Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago, afirmou que a diferença de R$ 200 no Auxílio Brasil significaria um aumento de gastos obrigatórios de R$ 50 bilhões a R$ 60 bilhões em 2023.

O Orçamento baseia todos os gastos do governo federal ao longo do ano. Essa lei define quanto dinheiro irá para os ministérios e para os programas de governo, com a previsão de despesas incluídas no teto de gastos.

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Depois de ser enviado pelo governo, o projeto é avaliado pela Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização. Determinados trechos da proposta podem ser alterados por meio de emendas parlamentares.

Posteriormente, o texto é avaliado pelos deputados e pelos senadores. O relator-geral do Orçamento neste ano é o senador Marcelo Castro (MDB-PI). Se aprovado, o Orçamento segue para a sanção do presidente Jair Bolsonaro.

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1 comentário
  1. Finlab
    Finlab

    Carta de Luladrão à Revista Oeste:

    A todof of vornaliftaf da Revifta Oefte: eu goftaria de divê que eu nun têiu língua prêva, que iffo é túdu mintira. Goftaria também de divê que eu fô inofênti, não robêi a Petrobráif, nem a Eletrobráif, nem o BNDEF, nem o fítio de Atibaia, nem o tripéks do Guarujá, nem o apatamêntu de Fão Benádo, nem o Inftituto Lula, nem a conta na Fuífa (na Zoropa). Iffo túdu é facanávi duf meuf amígu currúptu, eu num fabía de nada diffo. É facanávi também do Férfio Môru, aqueli fuíf fiadaputa de Curitiba, onde fiquei doif ânuf prêvo naquêli frio abfurdo abafo di féro. Agora que o Effeteéfi (STF) mi foltô, eu fou inofênti e nun dêvo maif nada, péffo os vótuf di tôdof of leitôref da Revifta Oefte. Maf fi não quifé votá nimim, então fai tomá nukú tudumundu, feuf fafifta du caraio. Pusquê eu nuquéru fóto de niguêim, eu quero é diêro dufêif, bando de trôxa. Bêvo no coraffaum dufêif, e fai Curíntiaff !!!

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