Desde sua criação no governo Lula, o ineficiente Ceitec já consumiu quase R$ 1 bilhão dos pagadores de impostos e não atraiu a iniciativa privada

O Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) está com os dias contados, anunciou hoje o secretário especial de Desestatização do Ministério da Economia, Salim Mattar.
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“Aquela empresa do chip para a orelha do boi é a primeira estatal a ser liquidada. Isso significa menos uma estatal que só onerava o cidadão pagador de impostos”, escreveu no Twitter.
Leia mais: O custo da ineficiência, reportagem publicada na edição n° 2 de Oeste
Criado em 2008 no governo Lula, o Ceitec produz dispositivos microeletrônicos para identificação e rastreamento de produtos, medicamentos e animais. Ele é uma das 19 companhias que, em síntese, dependem do seu dinheiro para sobreviver.
Entre 2012 e 2018, as receitas acumularam R$ 16 milhões frente a um prejuízo de R$ 42,6 milhões. No total, o Ceitec já recebeu da União R$ 907 milhões para se manter. A iniciativa privada não mostrou interesse. Sendo assim, o governo decidiu fechar as portas da empresa.
Privatizações
O governo federal incluiu ontem novas concessões de infraestrutura e de privatização de estatais no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Portanto, menos dinheiro do contribuinte utilizado para custear uma estrutura mórbida.
Os projetos qualificados totalizam ao menos R$ 37 bilhões. É o que informa a secretária especial do programa, Martha Seillier.
Assim sendo, os ativos da União se somam aos demais projetos que estão dentro do PPI. Juntos, respondem por mais de R$ 709 bilhões em investimentos para os próximos anos, previstos em contratos de concessão já assinados com setores da iniciativa privada.





































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