O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 1,08% na segunda quadrissemana de novembro. A taxa é superior à de 1,02%, observada na primeira quadrissemana deste mês. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 19, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
Inflação em São Paulo acelerou em 3 dos 7 grupos pesquisados
Na segunda leitura de novembro, dois dos sete grupos do IPC-Fipe avançaram em ritmo mais forte: alimentação (de 1,71% na primeira quadrissemana para 1,99% na segunda quadrissemana) e despesas pessoais (de 1,14% para 1,82%).
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No caso de educação, os custos tiveram alta marginal de 0,01% na segunda quadrissemana, repetindo a variação da quadrissemana anterior.
Entre os demais grupos, os preços desaceleraram de um período para o outro: habitação (de 0,98% para 0,89%), transportes (de 0,48% para 0,02%), saúde (de 0,68% para 0,66%) e vestuário (de 0,43% para 0,32%).
O IPC-Fipe de São Paulo
O Índice de Preços ao Consumidor do Município de São Paulo é o mais tradicional indicador da evolução do custo de vida das famílias paulistanas e um dos mais antigos do Brasil.
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O IPC-Fipe começou a ser calculado em janeiro de 1939 pela Divisão de Estatística e Documentação da Prefeitura do Município de São Paulo. Em 1968, a responsabilidade do cálculo foi transferida para o Instituto de Pesquisas Econômicas, vinculado ao Departamento de Economia da USP. Posteriormente, em 1973, com a criação da Fipe, a apuração passou para essa instituição.
O IPC-Fipe estima as variações do custo de vida das famílias com renda familiar entre um e dez salários mínimos.
Redação Oeste, com informações da Agência Estado
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