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Economia

Master e BRB envolvem atendente de lanchonete em negócio de R$ 300 milhões

Venda de carteira de crédito a partir de firma de fachada aciona investigação e expõe falhas de auditoria

Autoridades suspeitam que Master e BRB usaram suposta fraude para movimentações recorrentes | Montagem sobre fotos: Rovena Rosa/Joédson Alves/Agência Brasil
BRB já registrou perdas de R$ 2,6 bilhões com carteiras adquiridas do Master | Montagem sobre fotos: Rovena Rosa/Joédson Alves/Agência Brasil

O Banco Master repassou ao Banco de Brasília (BRB), no fim de 2024, uma carteira de crédito avaliada em R$ 303 milhões. A origem era uma empresa com perfil de fachada, segundo o Ministério Público Federal. O negócio partiu da The Pay Soluções de Pagamentos Ltda., cujo registro está em nome de uma atendente de lanchonete. 

A profissional está sob investigação por operar maquininha de processamento de cartões de débito e crédito para, principalmente, desviar valores de clientes. O Master manteve silêncio sobre o caso. O BRB, por sua vez, declarou que não comenta operações específicas em razão de sigilo bancário, sob exigência de padrões internos de conformidade e governança.

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Master e a empresa sem funcionários

A The Pay chamou a atenção das autoridades, sobretudo, por não reunir características mínimas de uma companhia com capacidade para gerar créditos de alto valor. A empresa não tem funcionários, forneceu contatos fictícios à Receita Federal e não executa atividades financeiras formais. Seu capital social, de R$ 450 mil, contrasta com o volume negociado. 

A administradora do negócio, que recebe pouco mais de R$ 1,4 mil por mês, responde a inquérito da Polícia Civil por suspeita de desvio de pagamentos por meio de um equipamento de cobrança semelhante ao da empresa anterior onde trabalhou.

O conjunto de inconsistências levou o Banco Central a intensificar o monitoramento das transações entre Master e BRB. Ao revisar as operações, a autoridade monetária identificou anomalias na carteira atrelada à The Pay. Com o avanço da fiscalização, o Master optou por recomprar os créditos, em fevereiro de 2025, apenas dois meses depois do fechamento do negócio. 

A reação, contudo, não encerrou o assunto. O Ministério Público Federal e a Polícia Federal passaram a investigar a operação. Assim, compararam esse repasse com outras movimentações atípicas entre as duas instituições financeiras. A transação de R$ 303 milhões integra agora um pacote mais amplo de apurações que envolvem o Master e seu controlador, Daniel Vorcaro, preso sob suspeita de crimes financeiros. Para os investigadores, o caso sugere a existência de um padrão de negociações sem lastro.

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6 comentários
  1. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    DESNUDANDO A VELHA, PODRE, VENAL e ESTATIZADA IMPRENSA TRADICIONAL, que subestima os FATOS e a VERDADE, pois está a mando e soldo do Desgoverno Lula 3.
    PERAÍ, VELHA IMPRENSA ESTATIZADA PELO LULA!
    Se possível, leiam com atenção, por favor. “ A operação para salvar o Banco Master da bancarrota.” “ Negócio do banco de Daniel Vorcaro com a estatal Banco de Brasília deixa mercado em alerta.” 30 abr 2025_07h34 “No fim do ano passado, o Banco Central convocou os dirigentes do Banco Master para uma reunião urgente em Brasília. Fez duas exigências à comitiva do Master, liderada por seu presidente, Daniel Vorcaro: que parasse com as operações arriscadas, como a emissão desenfreada de Certificados de Depósito Bancário (CDBs), e fizesse um aumento de capital de mais 2 bilhões de reais. Foi dado um prazo de três meses, até março deste ano, para os ajustes. Caso contrário, o banco seria liquidado e os donos teriam o patrimônio congelado e ficariam proibidos de operar no mercado.” “ A geografia da influência do banco não fica restrita às duas quadras. Quando comprou o Máxima e o transformou em Master, Vorcaro procurou cercar-se de nomes influentes. Para os membros do Comitê Consultivo, estabeleceu salários na faixa de 100 mil reais e recorreu a figuras que pudessem dar credibilidade à instituição. Entre os consultores, estão Guido Mantega, que foi ministro da Fazenda nos governos Lula e Dilma Rousseff, e Henrique Meirelles, que comandou a economia no governo Michel Temer. Como noticiou o jornal O Globo, MANTEGA não demorou a bater à porta do presidente Lula para pedir que ajudasse a evitar a bancarrota do banco. Mas piora. Eis que surge o Presidente do BC do LULA, o senhor Gabriel Galípolo em 05/09/2025 às 13:07 “ Master não representa ‘qualquer tipo de ameaça ao sistema’ financeiro, diz Galípolo. ” Ou o senhor Galípolo não entende o MERCADO EM QUE ATUA, ou o senhor Galípolo PREVARICOU. Em 46 DIAS, os FATOS, a VERDADE e o MERCADO DESMENTIRAM o Presidente lulista do BC, o senhor Galípolo, que afirmou o Master não representar ‘qualquer tipo de ameaça ao sistema’ financeiro, diz Galípolo. “ O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, buscou tranquilizar a sociedade em relação ao suposto risco que o Banco Master, do empresário Daniel Vorcaro, representaria ao sistema financeiro como um todo. O banco é altamente alavancado, possui um modelo de negócios de alto risco, e teve sua venda ao banco BRB barrada pela autoridade monetária na quarta-feira, 3. Apesar da situação ser delicada, deve-se evitar o alarde, indicou Galípolo. “Não há qualquer tipo de ameaça ao sistema (financeiro)”, disse o chefe do BC, durante coletiva com jornalistas nesta sexta-feira, 05/09/2025 às 13:07 A IMPRENSA ESTATIZADA fez literalmente ouvidos de mercador, tão servil e alienada que está.

  2. Marco Aurélio Oliveira De Farias
    Marco Aurélio Oliveira De Farias

    Como disse, o general De Gaulle, que foi presidente da França: o Brasil, não é um país sério.

  3. Oswaldo Galvão Carvalho
    Oswaldo Galvão Carvalho

    tem, também, ministro do atual desgoverno que fora “conselheiro” do Banco responsável por R$ 12 bilhões de “desvios”……
    cabem muitos políticos neste bonde.
    pobre e podre Brasil

  4. Oswaldo Galvão Carvalho
    Oswaldo Galvão Carvalho

    pode mexer que deste esterco mais porcaria sairá.
    já estão tentando “escamotear” a situação. Tem escritório de advocacia ligado à ministro do STF.
    pai, mãe e filho – todos defendendo o tal Banco.
    empresa de fachada envolvida em milhões de “investimentos”
    banco estatal assumindo o risco ???????
    pois é …..
    a prisão do Bolsonaro nada mais é do que “uma cortina de fumaça”, para encobrir mais um grande “saque” ….
    viva o país da ladroagem.

  5. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    A IMPRENSA ESTATIZADA finge demência seletiva e cumplicidade explícita. Ness rolo todo do Banco Master, que contratou a peso de ouro o escritório da senhora Viviane Barci, uma sortuda advogada que só por coincidência é esposa do Ministro Alexandre de Moraes. O Vorcaro também ” contratou ” Michel Temer, Ricardo Lewandowski, Guido Mantega e uma infinidade de canastrões da má política. A IMPRENSA ESTATIZADA se esquece no entanto que o Daniel Vorcaro tentou uma operação de 500 MILHÕES DE REAIS na Caixa Econômica Federal, com insistentes pedidos de agilidade à operação por políticos, gente do governo e outros abutres. Claro que uma operação de 500 MILHÕES DE REAIS teria que ser do conhecimento do Presidente da instituição, o senhor Carlos Antônio Vieira Fernandes. Tudo corria acelerado por pressões de todos os quadrantes da Praça dos Três Poderes, até que os gerentes Daniel Cunha Gracio, e Maurício Vendruscolo se posicionaram contra a operação e área de renda fixa da Caixa Asset, o braço de gestão de ativos do banco estatal, desaconselhou enfaticamente a operação, considerada “atípica” e “arriscada”, não só em razão do valor, considerado alto demais, como por causa do rating do banco. Como no lulismo/petismo fazer a coisa certa é pecado capital, Daniel Cunha Gracio e Maurício Vendruscolo foram destituídos dos seus cargos pela cúpula da Caixa, vejam só, por PROTEGEREM a Caixa do iminente assalto. A Caixa Asset informou, em nota, que “as operações em negociação são sigilosas e ocorrem de acordo com a estratégia da empresa”. A companhia não esclareceu se pretende manter a operação de compra de R$ 500 milhões em letra financeira do Banco Master, apesar do parecer contrário da área técnica, nem informou de quem foi a iniciativa de fazer a operação.” Com o tumor lancetado e os FATOS e a VERDADE provando que Daniel Cunha Gracio e Maurício Vendruluscolo fizeram a coisa certa, Cabe à Caixa Econômica Federal, se ainda não reconduziu o Daniel e o Maurício aos seus cargos, e que por JUSTIÇA e para que não pairem dúvidas sobre a Caixa Econômica Federam como um todo, Daniel e Maurício devem voltar às suas funções e quem os afastou por defenderem a Instituição, esses sim sejam demitidos sumariamente. Se bem que no lulismo/petismo, quando mais CORRUPTO, mais FESTEJADO. O problema dessa gente é que os arquivos de Nossa Senhora da Internet não nos deixa esquecer as delinquências contumazes no lulismo/petismo.

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