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Economia

Novas regras do Minha Casa, Minha Vida entram em vigor

Política habitacional passa a atender famílias com renda de até R$ 13 mil e a financiar imóveis de até R$ 600 mil

Conjunto habitacional do Minha Casa, Minha Vida
FGTS aprovou as novas regras em março | Foto: Divulgação/Ministério das Cidades

O governo Lula aplicou novas regras ao programa Minha Casa, Minha Vida, que entraram em vigor nesta quarta-feira, 22. A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil vão operar as mudanças, que ampliam o alcance para a classe média e elevam os custos da política habitacional.

As regras atualizam os limites de renda familiar e aumentam os valores máximos dos imóveis financiáveis, o que expande o público atendido, mas também amplia os gastos.

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Com a reformulação, o Minha Casa, Minha Vida passa a contemplar famílias com renda mensal de até R$ 13 mil.

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O programa ampliou o teto dos imóveis e chega agora a R$ 400 mil na faixa 3 e a R$ 600 mil na nova categoria voltada à classe média. Já nas faixas 1 e 2, direcionadas às rendas mais baixas, os limites permanecem em até R$ 275 mil, variando conforme o município.

As alterações permitem o reenquadramento de famílias em faixas com condições mais vantajosas, com juros menores. Na prática, famílias com renda próxima de R$ 3 mil, antes enquadradas na faixa 2, passam a acessar as condições da faixa 1, com redução mínima de 0,25 ponto porcentual nas taxas, o que diminui o custo total do financiamento.

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou as novas regras em março.

Petições da maioria dos processos do Minha Casa, Minha Vida são idênticas | Foto: Maria Ziegler/Unsplash
Petições da maioria dos processos do Minha Casa, Minha Vida são idênticas | Foto: Maria Ziegler/Unsplash

Minha Casa, Minha Vida aumenta valores dos imóveis em todas as faixas

Em 2026, os limites foram atualizados em todas as faixas. Na faixa 1, a renda máxima subiu de R$ 2,9 mil para R$ 3,2 mil.

Já na faixa 2, passou de R$ 4,7 mil para R$ 5 mil. O programa elevou a renda da faixa 3 de R$ 8,6 mil para R$ 9,6 mil e aumentou o teto dos imóveis de R$ 350 mil para R$ 400 mil.

Por fim, a faixa 4, voltada à classe média, teve valor ampliado de R$ 12 mil para R$ 13 mil, enquanto o valor dos imóveis subiu de R$ 500 mil para R$ 600 mil, consolidando a expansão do programa para além das camadas de menor renda.

Leia também: “O ódio do PT a quem quer prosperar pelo trabalho”, artigo de Adalberto Piotto publicado na Edição 318 da Revista Oeste

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