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Economia

Puxado pelo agronegócio, PIB cresce 2,9% em 2023, afirma IBGE

O Produto Interno Bruto somou R$ 10,9 trilhões no ano passado

Exportações do agronegócio
O setor de grãos impulsiona as exportações do agronegócio brasileiro | Foto: Cláudio Neves/Portos do Paraná

Em 2023, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,9%, informou nesta sexta-feira, 29, o Instituto de Geografia e Estatística (IBGE). O setor de maior destaque no ano passado foi o agronegócio, com alta de 15,1%. Em seguida, aparecem serviços, com crescimento de 2,4% e indústria, com 1,6%.

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O PIB totalizou R$ 10,9 trilhões em 2023. Já o PIB per capita alcançou R$ 50.193,72, um avanço real de 2,2% ante o ano anterior.

A taxa de investimento em 2023 foi de 16,5% do PIB, o que representa uma queda em relação a 2022, quando o índice ficou em 17,8%. A taxa de poupança também foi menor em 2023 (15,4%) do que em 2022 (15,8%).

Frente ao terceiro trimestre, na série com ajuste sazonal, o PIB apresentou estabilidade. No trimestre, a indústria avançou 1,3%, os serviços apresentaram variação positiva de 0,3%, enquanto a agropecuária recuou 5,3%.

Em relação ao quarto trimestre de 2022, o PIB avançou 2,1%, 12º resultado positivo consecutivo nesta base de comparação. A agropecuária registrou estabilidade, enquanto a indústria avançou 2,9%, e o setor de serviços cresceu 1,9%.

Veja os principais números do PIB de 2023

PIB IBGE 2023
Fonte: IBGE

Notícia em atualização

Aumento da produção e ganho de produtividade impulsionaram agronegócio e o PIB em 2023, diz IBGE

O crescimento do PIB do agronegócio decorreu, principalmente, do crescimento da produção e do ganho de produtividade na agricultura, informou o IBGE.

Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE), várias culturas registraram crescimento de produção no ano de 2023. Os principais destaques são a soja (27,1%) e o milho (19%), que alcançaram produções recordes na série histórica.

Por outro lado, algumas lavouras registraram queda na estimativa de produção anual, como, por exemplo, trigo (-22,8%), laranja (-7,4%) e arroz (-3,5%).

Já na indústria, o destaque positivo foi o setor de extrativismo, que cresceu 8,7% devido, principalmente, à alta na extração de petróleo e gás natural e de minério de ferro. Atividades de eletricidade e gás, água, esgoto e gestão de resíduos também cresceram (6,5%).

Já as indústrias de transformação apresentaram desempenho negativo (-1,3%), causado principalmente pela queda na fabricação de produtos químicos, de máquinas e equipamentos, de metalurgia e da indústria automotiva. A construção também registrou queda (-0,5%).

No setor de serviços, todas as atividades apresentaram crescimento: atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (6,6%); atividades imobiliárias (3,0%); outras atividades de serviços (2,8%); informação e comunicação (2,6%); transporte, armazenagem e correio (2,6%); administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (1,1%) e comércio (0,6%).

5 comentários
  1. Antonio Carlos Ariboni
    Antonio Carlos Ariboni

    Mas quem acredita no IBGE, presidido por um petista?

  2. Daniel BG
    Daniel BG

    Nosso agro, o desafeto de Lula, PT, PSOL, MST, e de 9 do STF.
    Parabéns agro brasileiro!

  3. Otavio Lazario de Queiroz
    Otavio Lazario de Queiroz

    ODesgoverno atual gosta de colocar as culpas no governo anterior mas qdo se trata de notícias boas fica quieto. Esse PIB é reflexo dd gestao anterior do agro que evoluiu 15%. E se evoluiu 15% a indusyria foi pifia. Aguardem ano q vem vai piorar.

  4. Júlio Cesar Peixoto Pimenta
    Júlio Cesar Peixoto Pimenta

    PIB cresceu? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKLLLLLKKKKKKKKKKKKKLLKKKKKKKKKKKKKKLKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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