Dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) revelam que uma empresa do jornalista Leo Dias recebeu pelo menos R$ 9,9 milhões diretamente do Banco Master. O jornal O Estado de S. Paulo obteve acesso ao relatório e divulgou as informações nesta quarta-feira, 8.
Segundo o Estadão, o documento registra seis transferências feitas entre fevereiro de 2024 e maio de 2025 para a empresa Leo Dias Comunicação e Jornalismo. Outro informe do Coaf indica repasses adicionais de R$ 2 milhões por meio de uma empresa cuja principal fonte de receita também teria sido o Master.
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O Coaf revelou um volume de R$ 34,9 milhões em entradas nas contas da empresa ao longo de 15 meses. No mesmo período, as saídas somaram R$ 35,7 milhões.
“Diante do exposto, identificamos que: indícios de movimentações em benefício de terceiros, (boletos), sem causa aparente, a movimentação em conta é superior a capacidade financeira declarada pela empresa, e recebimento de créditos com o imediato débito dos valores, sem aparente justificativa”, informou o Coaf, segundo Estadão.
Outro registro mostra que a empresa de Leo Dias recebeu R$ 2 milhões da LD Produções em dois repasses realizados entre novembro de 2024 e outubro de 2025.
A empresa pertence a Flávio Carneiro, que, conforme o Estadão, mantém proximidade com Daniel Vorcaro e já foi sócio de Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro. Dos R$ 3,7 milhões recebidos pela LD no período, R$ 3,3 milhões vieram do Master.
Em nota, Leo Dias argumentou que “o Grupo Master, por meio da marca Will Bank, manteve contato publicitário com empresas do Grupo Leo Dias Comunicação no período de outubro de 2024 a outubro de 2025”.
Registros indicam reconfiguração societária ao longo de 2024
O Coaf também registrou pagamento de R$ 2,6 milhões feitos pela empresa do jornalista à Foone Serviços Internet. De acordo com o Estadão, a empresa teve como sócios Carneiro e Zettel e atuava com soluções tecnológicas para sites de jornalismo.
Registros revelam que Leo Dias detinha 100% da empresa até outubro de 2024. Naquele mês, ele transferiu 10% das ações para Thiago Miranda. A companhia passou de sociedade limitada para sociedade anônima, o que tornou privadas as informações sobre a composição societária.
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Em nova manifestação, a empresa informou que Thiago Miranda deixou o cargo de CEO em junho de 2025 e não exerce “qualquer função de gestão, participação em decisões estratégicas ou atuação operacional no grupo”.






































Trocado em miúdos, o dito cujo Vorcaro comprou todo mundo desta republiqueta de bananas.
Deve ter deixado muitos “parceiros” fulos da vida…
Vejam só, o Guido Mantega descobriu que vale 3,6 vezes menos mensalmente que a Dona Vivi e o Lewandovski 10 vezes!!! Quantas injustiças nesta tabela remuneratória deste banqueiro de araque!
Trocado
É verdade.
É como diz o ditado: tem veículo de imprensa que pagando, até a verdade eles publicam.
Como já se dizia, em se pagando bem a imprensa é capaz de contar a verdade.
Isso aí é mais um fio da meada da corrupção, se puxar, vão aparecer muitos “jornalistas”.