Com a serenidade que marcou sua trajetória, J. R. Guzzo resumiu, em dezembro de 2024, o que deve nortear a atividade jornalística: fazer o certo, todos os dias, com responsabilidade e precisão.
“A maior contribuição que podemos dar é fazer o que a gente sabe fazer — e fazer direito”, disse Guzzo, durante o Encontro de Gigantes, promovido por Oeste.
Além de Guzzo, protagonizaram o evento os jornalistas Alexandre Garcia e Augusto Nunes. O Encontro de Gigantes teve apresentação de Guilherme Fiuza e contou com a participação da colunista Ana Paula Henkel e da diretora de redação de Oeste, Branca Nunes.
Oeste segue no mesmo caminho
Sem buscar protagonismo nem se render a promessas redentoras, Guzzo foi direto. “Não me interesso pelo futuro da imprensa, não sei o que vai acontecer”, afirmou. “Agora, o que me interesso é pelo que tenho de fazer amanhã. E depois de amanhã. E na semana que vem.”
No evento, Guzzo reiterou a confiança na equipe de Oeste e ressaltou que a revista manterá a linha editorial. “Quem nos acompanha pode ter certeza de que eu, Augusto Nunes e a turma da redação continuaremos a fazer exatamente o que fazemos”, salientou. “Não vamos mudar. Enquanto existir Oeste, será assim.”
Guzzo morreu neste sábado, 2, aos 82 anos, vítima de um infarto. Ele foi diretor de redação da Veja, colunista e integrante do conselho editorial da Revista Oeste e uma das vozes mais lúcidas do jornalismo brasileiro nas últimas décadas.






































Sem duvida, uma perda irreparável. Mas seu legado ficará na história.
Para todos que acreditam na ressurreição de Cristo, seguiremos alijados de um grande espírito que nos conduzia, mas a luz de Jesus está com todos nós, vivos e aos que já deixaram esse mundo. A Oeste sempre terá o semblante de José Roberto Guzzo e a nós leitores também.
Mestre Guzzo fará muita falta, mas a Oeste seguirá com o seu legado. Seremos eternamente gratos por ter compartilhado conosco um pouco da sua sabedoria. Luz e Paz.
Grande jornalista. O que a revista oeste tem que fazer é reproduzir as crônicas de Guzzo. Todas elas servem para qualquer tempo. São100% atuais. São eternamente atuais. Uma sugestão para a Revista Oeste. Repitam em cada edição uma crônica de Guzzo. Se reproduzirem ela cem vezes , cem vezes eu vou lê-las e aprecia-las.
Perdemos um dos grandes Generais combatentes da guerra em favor da liberdade no nosso país.
Combateu o bom combate
Que Deus em sua infinita misericórdia console seus familiares e amigos
Esteja em paz, querido Mestre. Deus o proteja sempre! Deus conforte a família, a falta é muito grande.
Mestre Guzzo , nosso norte ! Que a oeste prossiga com seus ensinamentos , força e sabedoria . Formou um time de primeira . Lutando pelo Brasil ! Força Oeste !!!!!⭐️⭐️🙏
Grande perda… vá em paz Mestre Guzzo, cumpriu com a função de jornalista, escrever a verdade. Sentiremos a sua falta! 😔
Que perda.
Inspirado no seu grande amigo e parceiro, o Augusto Nunes: uma prece e uma lágrima.
Vamos restituir e manter a democracia no Brasil, em sua inspiração, Mestre Guzzo.
Lamento muito a partida do MESTRE GUZZO mas, tenho a certeza que a FAMILIA OESTE seguira incansavel na continuidade do seu legado
Lamentável perda. Sempre foi um prazer apreciar suas serenas e sensatas opiniões