A tragédia do Afeganistão, num documentário animado

O filme conta as memórias de um refugiado afegão que enfrentou situações dramáticas com sua família e se estabeleceu na Dinamarca, onde assumiu sua homossexualidade
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Foto: divulgação
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“Flee”, um filme produzido na Dinamarca, está quebrando algumas barreiras de gênero cinematográfico. É uma animação, mas também um documentário. O diretor Jonas Poher Rasmussen usa diversas técnicas para contar a história de Amin (pseudônimo), um afegão que fugiu do país ainda criança com a mãe e os irmãos, numa jornada cheia de perigo até a chegada na Europa. A mistura de realismo e fantasia cria uma atmosfera diferente das animações mais tradicionais.

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Amin se estabeleceu na Dinamarca onde virou amigo de Rasmussen, ainda adolescente. Os dois acabariam tendo um caso e a véspera do casamento deles serve como abertura do filme. “Flee” já ganhou um prêmio de melhor documentário no festival de Sundance e desponta como possível favorito ao Oscar. O diretor declarou à revista The Economist que seus ancestrais eram refugiados russos de origem judaica no início do século 20. “Isso é algo que pode acontecer com qualquer um”.

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“Flee” foi exibido no Brasil numa mostra em abril, mas não tem data de lançamento.

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