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Argentina pede para ser 'parceiro global' da Otan

Atualmente, a Colômbia é o único país da América Latina com o 'status' de aliado

Ministro da defesa da Argentina e secretário da Otan
Carta de intenções foi entregue pelo ministro da Defesa da Argentina, Luis Petri | Foto: Reprodução/Twitter/X/@luispetri

A Argentina fez uma solicitação formal para ser incluída como “parceiro global” da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). O ministro da Defesa do país, Luis Petri, se reuniu nesta quinta-feira, 18, com Mircea Geoana, secretário-geral-adjunto da aliança militar, para entregar a carta de intenções.

Leia também: “‘STF da Argentina’ rejeita ações contra megadecreto econômico de Javier Milei”

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O encontro ocorreu em Bruxelas, na Bélgica. Atualmente, a Colômbia é o único país da América Latina com o status. Por meio de uma publicação no Twitter/X, Petri confirmou o pedido e disse que o país seguirá trabalhando na recuperação de vínculos que permitam modernizar e capacitar as Forças Armadas no padrão da Otan.

Segundo informações do portal Infobae, Petri informou ao segundo em comando da Otan que o novo governo argentino decidiu não ingressar no bloco dos Brics como sua primeira medida política. Isso sugere que o país está buscando distanciar-se da influência da China e da Rússia.

Ao solicitar ser um “parceiro global”, a Argentina pretende colaborar com a Otan em operações de paz, ciberdefesa, combate à desinformação e segurança marítima. Segundo a organização, os “parceiros globais” trabalham em conjunto com os membros da aliança, incluindo o compartilhamento de informações e a participação em operações militares.

Argentina quer modernizar Forças Armadas

Em março, foi divulgado que o presidente da Argentina, Javier Milei, estava negociando a compra de 24 caças F-16 que foram usados pela Dinamarca. O valor desembolsado na aquisição dos aviões de fabricação norte-americana é de aproximadamente US$ 664 milhões.

As movimentações de Milei representam um avanço importante para a renovação da defesa nacional argentina. Buenos Aires não conta com aviões de caça desde que aposentou o último Mirage francês que operava, em 2015.

Leia mais em: “Argentina negocia compra de mais de 20 caças usados pela Dinamarca”

Atualmente, a frota da Força Aérea da Argentina tem apenas 12 aviões de ataque americanos A-4 Fightinghawks, dos quais apenas cerca de cinco estão aptos a operar. Esses aviões são considerados “novos” e foram adquiridos em 1994. A última entrega foi em 2000. Além disso, há 11 modelos mais antigos do Tucano da Embraer, que também têm uso limitado.

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1 comentário
  1. carlos
    carlos

    Enquanto isso nosso presidente tenta integrar nosso país a outros parceiros mais confiaveis, como Venezuela, Nicaragua, Cuba, Colombia, Irã, China e Coréia do Norte entre outros.

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