Áustria impõe lockdown para não vacinados

Medida vai afetar cerca de 2 milhões de pessoas no país
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O chanceler da Áustria, Alexander Schallenberg | Foto: Reprodução/Bundeskanzleramt
O chanceler da Áustria, Alexander Schallenberg | Foto: Reprodução/Bundeskanzleramt

O governo da Áustria anunciou neste domingo, 14, a imposição de um lockdown nacional para quem não está vacinado contra a covid-19. A regra começa a vigorar amanhã e, segundo as autoridades, tem como objetivo impedir a disseminação do novo coronavírus no país.

A medida, acertada em reunião entre representantes de governo federal e estaduais, proíbe os não vacinados maiores de 12 anos de saírem de casa, exceto para casos de necessidade, como trabalhar, ir ao médico, fazer compras de itens de primeiras necessidades ou para serem vacinados. Violações à regra serão passíveis de punição de até € 1.450 (R$ 9 mil).

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O ministro austríaco da Saúde, Wolfgang Mueckstein, disse que o objetivo é encorajar a vacinação e reduzir os contatos sociais em cerca de 30%. Já existem grandes restrições para os não vacinados no país, onde eles precisam mostrar um teste de coronavírus negativo para ir ao trabalho e não podem participar em muitos aspectos da vida pública.

65% da população vacinada

A medida vai afetar cerca de 2 milhões de pessoas no país, que tem cerca de 8,9 milhões de habitantes, e vai vigorar por pelo menos dez dias, até 24 de novembro, tendo sido pedido à polícia que realize controles nas ruas, para fiscalizar quem sai de casa.

A Áustria tem cerca de 65% da população totalmente imunizada, uma das taxas de vacinação mais baixas da Europa Ocidental. Nas últimas semanas, a Áustria tem registrado uma tendência de aumento de infeções pelo coronavírus.

Com informações da DW/AP/DPA/Lusa

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4 comentários Ver comentários

  1. Esses imbecis descobrirão em breve que os vacinados são a maior razão por trás dos novos contágios – aí veremos o que acontecerá. Tempos satânicos que logo darão lugar à luz do Senhor.

  2. Está melhor que o Brasil, onde os não vacinados poderão ser demitidos. Pelo menos na austria o trabalho é considerado “exceto para casos de necessidade, como trabalhar, ir ao médico, fazer compras de itens de primeiras necessidades ou para serem vacinados”

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