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Avianca suspende voos a partir de e para Venezuela

A decisão ocorre em razão da ofensiva do governo dos Estados Unidos contra a ditadura de Nicolás Maduro

Ditador da Venezuela, Nicolás Maduro | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Ditador da Venezuela, Nicolás Maduro | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A companhia aérea Avianca suspendeu, nesta sexta-feira, 28, todos os voos a partir de e para a Venezuela. A decisão ocorre em razão da ofensiva do governo dos Estados Unidos contra a ditadura de Nicolás Maduro.

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Nas últimas semanas, Washington ampliou o aparato militar próximo ao território venezuelano. Os militares norte-americanos usam navios de guerra, um submarino nuclear, caças F-35 e o grupo de ataque do porta-aviões USS Gerald R. Ford. 

Ações dos EUA contra a ditadura de Maduro

A movimentação reforça o cerco a organizações que, segundo o governo de Donald Trump, enviam drogas aos EUA. De acordo com a Avianca, os viajantes que têm passagens de Bogotá para Caracas ou de Caracas para Bogotá poderão ter o reembolso.

Nicolás Maduro tensão EUA Lula mediação
Aumentou a tensão entre EUA e a ditadura de Maduro | Foto: Reprodução/Instagram Nicolás Maduro

“A companhia aérea confia que a situação da conectividade aérea da Venezuela evoluirá favoravelmente e reitera a intenção de retomar as operações assim que possível”, afirmou a empresa em nota.

Países que restringiram voos para a Venezuela

Além da Avianca, outras empresas de aviação suspenderam os voos para a Venezuela. Companhias aéreas da Suíça, da França e da Alemanha cancelaram as viagens depois de um alerta emitido pela Administração Federal de Aviação dos EUA sobre riscos de segurança.

O governo da Suíça, por sua vez, recomendou que os cidadãos evitem viagens não essenciais à Venezuela. O Departamento Federal de Assuntos Estrangeiros do país advertiu, na última quarta-feira, 26, que voos podem ser suspensos sem aviso prévio e que a assistência consular ficará limitada.

Leia mais: “Lições da Venezuela”, artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 232 da Revista Oeste

As recomendações da Suíça coincidem com restrições semelhantes de países aliados dos EUA, como Reino Unido e Coreia do Sul, que alertaram para riscos de colapsos de serviços.

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