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Chile cria megaempresa para explorar lítio

O novo empreendimento terá participação majoritária do governo do país

Com a NovaAndino Litio, o objetivo do Chile é ampliar a produção, reforçar a liderança global, atrair capital estrangeiro e aumentar a receita com exportações | Foto: Vecstock/Freepik
Com a NovaAndino Litio, o objetivo do Chile é ampliar a produção, reforçar a liderança global, atrair capital estrangeiro e aumentar a receita com exportações | Foto: Vecstock/Freepik

A criação de uma gigante do lítio no Chile promete alterar o cenário da mineração global. Neste sábado, 27, foi formalizada a NovaAndino Litio. Trata-se do resultado da união entre a estatal Codelco e a mineradora privada SQM, com foco no deserto Salar de Atacama, uma das maiores reservas do mineral no planeta.

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O novo empreendimento terá participação majoritária do governo chileno, que busca acompanhar de perto a exploração de um recurso estratégico para a economia internacional. O acordo firmado prevê atividades de extração, produção e comercialização do lítio até 2060.

A ambição do Chile

O lítio, considerado essencial para baterias de veículos elétricos, equipamentos eletrônicos e sistemas de energia renovável, registra alta demanda global, mesmo com oscilações recentes nos preços.

O novo empreendimento terá maioria de participação do governo chileno | Foto: Reprodução/Freepik
O novo empreendimento terá maioria de participação do governo chileno | Foto: Reprodução/Freepik

Com a NovaAndino Litio, o objetivo do Chile é ampliar a produção, reforçar a liderança global, atrair capital estrangeiro e aumentar a receita com exportações. O anúncio, realizado em Santiago, destacou que a associação reúne ativos e licenças.

Leia mais: “O lítio é o novo petróleo”, artigo de Dagomir Marquezi publicado na Edição 163 da Revista Oeste

Segundo representantes das empresas, a centralização de operações permitirá ganhos de eficiência e potencializará o papel do país entre os principais produtores mundiais. O governo chileno pretende fortalecer o controle estatal sobre o lítio, sem abrir mão da presença do setor privado na gestão da nova companhia.

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