Segunda relatório anual divulgado pelo Pentágono, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, a China caminha para se tornar uma potência nuclear em breve. A meta dos chineses é alcançar, ou até superar, os Estados Unidos e a Rússia no segmento.
No ano passado, já havia sido divulgado, também pelo Pentágono, que o país asiático dobraria seu atual arsenal nuclear, de aproximadamente 200 ogivas, até o final da década.
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O relatório da força militar chinesa divulgado nesta semana confirma que Pequim poderia ter 700 ogivas até 2027, e pelo menos 1 mil até o final da década. O almirante Charles Richard, comandante do Comando Estratégico dos EUA, disse no início do ano que o arsenal chinês pode “triplicar ou quadruplicar” no mesmo período. O comunicado também confirma a construção de três novos campos de silos de mísseis nucleares e que a China “está à beira de uma grande expansão da força [de mísseis balísticos intercontinentais] baseada em silos, comparável à empreendida por outras grandes potências”.
EUA alertam para expansão nuclear da China
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