Na quinta-feira 2, a ditadura cubana indultou mais de 2 mil presos, em virtude da Semana Santa.
O regime classificou o ato como “gesto humanitário”.
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Conforme o documento, a decisão considerou fatores como o tipo de crime praticado, o comportamento dos detentos durante o tempo na prisão, o cumprimento parcial da sentença e as condições de saúde dos beneficiados.
Entre os presos políticos contemplados pelo benefício, estão jovens, mulheres, idosos acima de 60 anos, estrangeiros, cubanos que vivem no exterior e pessoas próximas do término da pena antecipada.
Falta de transparência nos critérios do indulto em Cuba

No entanto, o comunicado não especificou quais crimes pesavam sobre os libertados. Também não esclareceu se há entre eles indivíduos sentenciados depois dos protestos de 2021, quando ocorreram episódios classificados como vandalismo, terrorismo, desacato ou desordem pública.
O regime de Cuba mantém a posição oficial de que não há presos políticos no país.
Leia também: “Punição excessiva e impagável”, reportagem de Rachel Díaz publicada na Edição 315 da Revista Oeste
Na semana passada,o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Cuba é a “próxima”. A declaração ocorreu no contexto de um comentário sobre a atuação militar norte-americana recente na Venezuela e no Irã.
“Eu construí este grande Exército. Eu disse: ‘Vocês nunca precisarão usá-lo’, mas às vezes é preciso usá-lo, e Cuba é a próxima, aliás, mas finjam que eu não disse isso, por favor”, afirmou o republicano, em tom de brincadeira com a plateia, durante discurso em Miami. “Finjam que eu não disse isso. Por favor, por favor, por favor, imprensa, por favor, ignorem essa declaração. Muito obrigado. Cuba é a próxima.”
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