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Ditadura da Venezuela manda prender 9 integrantes da equipe de María Corina Machado, principal opositora de Maduro

A líder da direita no país chamou de ‘brutal repressão’ a atitude do governo venezuelano

'Peço fortaleza e coragem nestes momentos difíceis', escreveu a opositora de Maduro | Foto: Reprodução/Twitter/X
'Peço fortaleza e coragem nestes momentos difíceis', escreveu a opositora de Maduro | Foto: Reprodução/Twitter/X

A ditadura da Venezuela mandou prender nove integrantes da equipe de María Corina Machado, nesta quarta-feira, 20. Ela é líder da direita no país e a principal opositora do ditador Nicolás Maduro.

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No Twitter/X, María Corina chamou de “brutal repressão” os mandatos de prisão por parte da ditadura. De acordo com ela, trata-se de “ações covardes”, que “pretendem fechar o caminho da Venezuela para a mudança, liberdade, paz e democracia”. 

Leia também: “Opositora de Maduro responde crítica de Lula: ‘Eu chorando? O senhor diz por que sou mulher?'”

A líder da direita também fez uma apelo ao povo venezuelano. “Peço fortaleza e coragem nestes momentos difíceis”, escreveu a opositora de Maduro. “Hoje, mais do que nunca, precisamos estar unidos e firmes para seguir avançando rumo aos nossos objetivos.”

Até o momento, foram presos Henry Alviarez, coordenador nacional da organização da campanha, e Dignora Hernández, coordenadora política da equipe. As outras sete pessoas estão sob ordem de captura. 

Chavistas sequestram diretor de campanha de María Corina

Em 9 de março, María Corina denunciou o sequestro de Emil Brandt, pela ditadura de Maduro. Ele é o diretor da campanha no Estado de Barinas. 

Leia mais: “EUA dão início à volta de sanções contra a Venezuela”

Conforme María Corina, o crime foi executado por funcionário do Serviço Bolivariano de Inteligência — órgão secreto do regime chavista. 

María Corina desafia Maduro 

María Corina Machado discursando em vídeo postado nas redes sociais
María Corina Machado acusa o Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela de anular partidos que a apoiam | Foto: Reprodução/Twitter/x/@MariaCorinaYA

No último domingo, 17, María Corina pediu “serenidade” no registro de candidaturas para as eleições presidenciais venezuelanas. 

Conforme noticiou Oeste, o pedido é uma tentativa de reverter a inelegibilidade dada a ela pela Justiça da Venezuela, que é controlada pela ditadura desde o fim de 2023. O discurso foi postado em suas redes sociais. 

Leia também: “María Corina Machado recebe apoio de EUA, Paraguai, Argentina, Uruguai e Equador”

“O regime quer competir contra candidatos falsamente opositores, escolhidos pela cúpula de Miraflores [residência oficial do ditador venezuelano]”, denunciou Maria Corina.

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1 comentário
  1. Christian
    Christian

    Simples : É só bloquear o Dinheiro da Venezuela no exterior que o Maduro cai.

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