Empresas de tecnologia chinesas deixam de fazer negócios com a Rússia

O gigante de computadores Lenovo e a fabricante de smartphones Xiaomi estão entre as companhias
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Empresas chinesas estão rompendo com a Rússia
Empresas chinesas estão rompendo com a Rússia | Foto: Shutterstock

As empresas de tecnologia chinesas estão silenciosamente deixando de fazer negócios com a Rússia, que está sofrendo as consequências das sanções aplicadas pelas potências ocidentais. O gigante de computadores Lenovo e a fabricante de smartphones Xiaomi estão entre as companhias.

As exportações de produtos chineses para os russos caíram em março, em comparação com fevereiro. No caso dos laptops, por exemplo, houve queda de 40%, enquanto as vendas de smartphones caíram quase dois terços.

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As principais empresas dos Estados Unidos que fornecem microchips para a China estão pedindo a seus clientes que endossem as sanções impostas pelo Ocidente. Isso porque as autoridades norte-americanas querem evitar que os semicondutores negociados com Pequim sejam enviados para Moscou.

No mês passado, o Ministério do Comércio da China reconheceu que as retaliações ocidentais interromperam parcialmente o comércio Pequim–Rússia.

O declínio acentuado das exportações de produtos tecnológicos para os russos ressalta o poder das sanções aplicadas pelos países ocidentais, assim como sua capacidade de impactar as cadeias de suprimentos.

Essas retaliações incluem controles rígidos, como o bloqueio de exportações de equipamentos destinados ao setor de defesa e de produtos fabricados com componentes, softwares ou dispositivos dos Estados Unidos.

Leia mais: “A pandemia desequilibrou a cadeia logística global”, reportagem de Gabriel de Arruda Castro publicada na Edição 88 da Revista Oeste

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