publicidade
Mundo

Estados Unidos aprovam novas vacinas específicas para Ômicron

Imunizantes da Pfizer/BioNTech e da Moderna receberam autorização para uso emergencial

vacinas

A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, autorizou nesta quarta-feira, 30, o uso emergencial de duas novas vacinas desenvolvidas pelas farmacêuticas Pfizer/BioNTech e Moderna específicas para a variante Ômicron da covid-19.

De acordo com as farmacêuticas, a nova vacina experimental é indicada tanto para a cepa do coronavírus descoberta na China em 2019 como para as subvariantes BA.4 e BA.5 da variante Ômicron, identificadas na África do Sul e predominantes hoje no mundo.

Receba nossas atualizações

Os novos imunizantes devem ser utilizados como dose de reforço (terceira ou quarta dose) no prazo de dois meses após a última aplicação das vacinas anteriormente disponibilizadas ou ser tomados como esquema primário, para quem ainda não se vacinou.

O imunizante da Moderna é autorizado para todos com mais de 18 anos, e o da Pfizer/BioNTech aos acima de 12 anos.

O aval da FDA foi concedido após análise de dados informados pelas farmacêuticas, que apontaram um aumento no número de anticorpos neutralizantes para a variante Ômicron superior ao da dose de reforço do imunizante original.

“O público pode ter certeza de que muito cuidado foi tomado pela FDA para garantir que essas vacinas bivalentes atendam aos nossos rigorosos padrões de segurança, eficácia e qualidade de fabricação para autorização de uso emergencial”, afirmou o diretor do Centro de Avaliação e Pesquisa Biológica da FDA, Peter Marks, em nota.

Novas vacinas no mundo

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu, no dia 19, uma solicitação da Pfizer para a aprovação de uma nova vacina bivalente focada na Ômicron para maiores de 12 anos. No entanto, a versão submetida à agência brasileira se refere a um imunizante diferente do que recebeu o aval nos Estados Unidos.

Isso porque o que está em análise aqui trata da primeira vacina bivalente desenvolvida pela Pfizer, que utiliza a sublinhagem BA.1 da Ômicron, a que circulava no mundo em janeiro, responsável pelo primeiro pico relacionado à cepa.

Porém, a vacina que recebeu o sinal verde nos EUA, com aval do FDA, contempla as versões BA.4 e BA.5, que estão por trás dos novos casos da covid-19 registrados hoje. Porém, por se tratarem de sublinhagens da mesma variante, a expectativa é que mesmo a versão que está sendo avaliada no Brasil forneça maior proteção contra as versões do vírus circulantes hoje.

No dia 15, o Reino Unido aprovou o uso emergencial de um novo imunizante destinado à variante Ômicron, desenvolvido pela Moderna, semelhante ao que a Pfizer quer oferecer no Brasil.

Relacionadas

Leia mais sobre:

2 comentários
  1. José Antonio Debon
    José Antonio Debon

    Pois que testem as novas vacinas no presidente Biden, quem já tomou todas as doses e mesmo assim continuou se contaminando.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade