Europa aprova vacina da Pfizer para crianças de 5 a 11 anos

Primeiro lote dos imunizantes para essa faixa etária será entregue pela farmacêutica no dia 20 de dezembro
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Agência europeia aprovou o uso da vacina da Pfizer contra a covid-19 em crianças de 5 a 11 anos
Agência europeia aprovou o uso da vacina da Pfizer contra a covid-19 em crianças de 5 a 11 anos | Foto: Marco Verch/Divulgação/Flickr

A vacina da Pfizer contra a covid-19 foi aprovada nesta quinta-feira, 25, pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês), para aplicação em crianças de 5 a 11 anos.

Segundo o órgão regulatório, um painel de especialistas “recomendou ampliar a indicação da vacina para incluir as crianças entre 5 e 11 anos”, pois os “benefícios superam os riscos, especialmente naquelas com condições que aumentam o risco de covid-19 grave”.

Segundo a EMA, as crianças receberão cerca de um terço da dose aplicada em adolescentes e adultos, em duas doses, com um intervalo de 21 dias entre a primeira e a segunda aplicações.

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Ainda de acordo com a agência europeia, os efeitos colaterais verificados em testes foram considerados de “leves a moderados” e podem durar alguns dias. Entre as possíveis reações ao imunizante, estão dor na área da aplicação, dores de cabeça e musculares, fadiga e resfriado.

O primeiro lote da versão da vacina da Pfizer para crianças será entregue pela farmacêutica no dia 20 de dezembro.

Fora da Europa, o imunizante já foi aprovado para aplicação em crianças de 5 a 11 anos em países como Estados Unidos, Canadá e Israel.

Os EUA já vacinam essa faixa etária desde o dia 3 de novembro. Israel começou nesta semana, na terça-feira 23. A Pfizer já pediu autorização à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que a vacina possa ser aplicada em crianças também no Brasil.

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3 comentários Ver comentários

  1. Acho que além da notícia da recomendação, seria necessário divulgar também quais foram os principais argumentos que fundamentaram a recomendação. Ao que se sabe, esse grupo de 5 a 11 anos, estatisticamente, corre um risco insignificante de apresentar um quadro grave da doença. Como já está praticamente estabelecido que haverá necessidade de um número indefinido de reforços periódicos, está-se criando uma dependência precoce de uma “vacina” desnecessária.

    É impossível não pensar que há algo oculto por trás dessa sanha de vacinação de toda a população, e não estou me referindo somente ao astronômico lucro da Pfizer.

    Há um risco sem precedentes para toda a humanidade, pois está sendo tornado obrigatório, em todo o mundo, um medicamento recém criado e com tecnologia inédita que age ao nível do DNA. Não se tem a menor ideia de quais serão as consequências disso daqui a 5, 10, 25 ou 50 anos. Os dados do desenvolvimento da vacina da Pfizer, por exemplo, segundo noticiado, só serão conhecidos pela comunidade científica quando a mais jovem dessas crianças estiver com 55 anos.

    O que está acontecendo? Ninguém percebe o risco que isso significa para a espécie humana? Por que os cientistas estão calados a respeito desse risco? Medo do patrulhamento? Pois são vítimas em potencial, como todos os outros pobres mortais.

  2. Os benefícios para eles superam o risco da criança ter quadro grave de coweed, pois lucram com as picadas e também com os remédios para curar as doenças que irão surgir após a inoculação.

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